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quarta-feira, 11 de março de 2009

FACILIDADES NO DOUTORADO? NÃO CUSTA NADA AVISAR


É inacreditável como o brasileiro é crédulo. Crédulo e ingênuo. A isca perfeita para a ação dos espertalhões. Ontem encontrei um ex-aluno no shopping center. Estava entusiasmadíssimo. Seus olhos brilhavam. Brilhavam não, faiscavam de tanta alegria. Perguntei-lhe a razão de tamanha felicidade. Havia acertado a mega-sena? Encontrara o amor de sua vida? Fora nomeado para um importante cargo público?
Nada disso. Nosso amigo fora admitido no doutorado de uma universidade uruguaia. Diante da minha surpresa, deu uma risadinha marota e piscou os olhos. “Uma barbada!”, disse ele, senhor da situação.
– A coisa é simples, professor. Basta o diploma de graduação em Direito. Não há exame de conhecimentos jurídicos nem prova de língua estrangeira. A única exigência é freqüentar as aulas um mês por ano e fazer os deveres de casa. Depois de 3 anos, pimba! Defendo a tese (que pode ser redigida por um ghost writer) e estarei apto a ensinar nas mais reputadas universidades brasileiras!
Ainda perplexo, perguntei:
– E o curso é reconhecido no Brasil?
– Claro, professor! Os responsáveis informaram que o Tratado de Assunção garante o reconhecimento automático. E nem é preciso saber espanhol. Viva o MERCOSUL! E antes que eu pudesse dizer alguma coisa, despediu-se e perdeu-se entre os consumidores que lotavam as liquidações no Iguatemi!
Ainda perplexo, comecei a refletir sobre o caso. O Brasil tem rigorosas regras de pós-graduação. Sou coordenador do mestrado em direito da UFAL. O curso é frequentemente fiscalizado pela CAPES e CNPQ e por outros órgãos do Governo Federal. Itens como a carga horária, aquisição de livros e revistas especializados, produção científica dos professores, qualidade das dissertações e organização de grupos de pesquisa são exigidos de forma implacável pelas auditorias comandadas por renomados juristas.
Em 20 anos de carreira, nunca vi um aluno ser admitido no doutorado sem antes ter, pelo menos, cursado as disciplinas do mestrado. O conhecimento de, pelo menos, 2 línguas estrangeiras é pré-requisito de admissão em todas as seleções.
Obscuras universidades estrangeiras têm oferecido cursos de doutorado sem observar nenhuma das exigências previstas na legislação brasileira. Os alunos são atraídos por facilidades como a supressão do mestrado, dispensa de aulas ou dedicação exclusiva aos estudos. As vítimas geralmente são pessoas que querem pular etapas, contornar dificuldades como a dispensa de exames de conhecimentos e de línguas estrangeiras.
Acreditam piamente que seus diplomas serão reconhecidos no país. Afinal, o famoso “jeitinho brasileiro” sempre funciona, né? Ledo engano. O Brasil não adota o sistema de reconhecimento automático de diplomas estrangeiros. Existe um complexo procedimento jurídico de validação que passa obrigatoriamente pela análise da qualidade da pós-graduação. É evidente que os cursos de aluguel não preenchem as mínimas condições de equivalência com os reconhecidos pela CAPES.
Em outras palavras, os diplomas não serão jamais reconhecidos e o problema possivelmente vai parar na Justiça com a propositura de ações de indenização contra os responsáveis. Lembro do caso de uma prima que tem diploma de doutorado expedido por uma universidade argentina há mais de 8 anos e que nunca foi validado no Brasil. O grupo de “doutores” ainda hoje luta para resolver a situação.
Aconselho a todos que estão tentados a inscrever-se nesses cursos a consultar as regras da CAPES sobre o reconhecimento de diplomas estrangeiros no Brasil. Afinal é um investimento alto, cerca de R$ 20.000,00, fora despesas com passagens aéreas, hospedagem e alimentação. Se o interesse é visitar as terras portenhas, beber um bom vinho, dançar nas casas de tango ou fazer compras nas elegantes calles, tudo bem. Vale a pena. Mas se o desejo é seguir a carreira acadêmica, todo cuidado é pouco. Afinal ninguém tem tempo a perder.

George Sarmento


Transcrevo o posicionamento do Governo Federal - CAPES sobre a matéria.


Validade nacional de diploma obtido no exterior

Para gozar de validade no Brasil, o diploma conferido por estudos realizados no exterior deverá se submeter à reconhecimento por universidade brasileira que possua curso de pós-graduação avaliado e reconhecido, na mesma área do conhecimento e em nível equivalente ou superior (art. 48, da LDB). Assim, qualquer informação sobre critérios e procedimentos do reconhecimento (revalidação) deverá ser obtida junto à própria universidade, que os define, no exercício de sua autonomia técnico-científica e administrativa, observando as normas pertinentes.
Mesmo o diploma de Mestre ou Doutor, proveniente de país integrante do MERCOSUL, está sujeito ao reconhecimento.O acordo de admissão de títulos acadêmicos,aprovado pelo Decreto Legislativo nº 800, de 23.10.2003, e promulgado pelo Decreto nº 5.518, de 23/08/2005, não dispensa da revalidação/reconhecimento (Art.48, § 3º,da LDB) os títulos de pós-graduação conferidos em razão de estudos feitos nos demais países membros do Mercosul, embora permita, para o exercício de atividades de docência e de pesquisa, conforme explicitado pelo
Parecer PF-Capes nº 003, de 11/01/07 .
Atenção! O Recurso ao CNE, contra ato denegatório do reconhecimento de diploma de mestrado ou doutorado estrangeiro, previsto no § 3º, do artigo 4º, da Resolução CNE/CES n.º 01, de 03/04/2001, deve ser interposto perante a Universidade que proferir a decisão, consoante disposto no artigo 56, § 1º, da Lei n.º 9.784, de 29/01/99 (http://www.capes.gov.br/).
Precisa dizer mais alguma coisa?

122 comentários:

Humberto disse...

Conheço várias pessoas, inclusive de fora do nosso Estado, que embarcaram nessa ilusão de fazer o doutorado supletivo, em especial na Argentina ou no Uruguai.
Como ficou bem colocado: o barato pode sair caro!
Grande abraço
Humberto

Sérgio Coutinho disse...

Há, dentro do estado, muitos que estão fazendo doutorado em universidades desses dois países. O que observei num dos casos, a UBA, foi que precisa ter antes concluído o mestrado e ter conhecimento de, pelo menos, um idioma estrangeiro. Precisa ter um dos professores do quadro como orientador e encaminhar o currículo para análise. Recebi na última semana informações sobre convênios com base no Tratado de Assunção para a revalidação dos diplomas.
Que acha de lá, George?

GEORGE SARMENTO disse...

Humberto e Sérgio!

Realmente, o candidato deve evitar comprar gato por lebre. Claro que existem muitas universidades sérias na América do Sul. Mas é preciso investigar bem até escolher aquela que tiver um curso de pós-graduação com o perfil desejado. Se o Brasil validar todo e qualquer diploma de doutorado feito na Argentina, Uruguai ou Paraguai, sem observar os critérios de excelência científica, vai desmoralizar completamente todo o trabalho desenvolvido pela CAPES e CNPQ. Acho que antes de se matricular, é preciso conhecer os critérios de reconhecimento de diplomas estrangeiros. Eu recomendo os cursos presenciais.Mesmo um diploma obtido na Sorbonne ou em Harvard tem de ser validado por uma universidade federal brasileira que atua como delegatária do Governo Federal.É aí que situação complica para os cursos de aluguel ou supletivos, como Humberto prefere denominar. Complementei o artigo do BLOG com o posicionamento oficial da CAPES.
Abração
George

Anônimo disse...

A UBA é, no ranking mundial, a segunda melhor universidade da América Latina. Só perde para a USP. Dentre as argentinas, é a melhor. É uma universidade federal. Isso conta alguma coisa? Se nao contar nada, estamos perdidos, porque, conforme todos sabem, em matéria de educação, a Argentina está, de um modo geral, bem adiante do Brasil. Lá como cá existem regras rigorosas para realização de doutorado. É preciso ponderar, meu caro.

Canalli disse...

Meu amigo,para fazer doutorado no Uruguai ou no Paraguai é necessário ter o mestrado.Na Argentina,tal qual no Brasil, o mestrado não é pré-equisito para cursar o doutorado.No Brasil tem a CAPES e na Agentina a CONEAU.Paraguai e Uruguai não possuem orgãos de avaliação de pós graduação.

Canalli disse...

Meu amigo,para fazer doutorado no Uruguai ou no Paraguai é necessário ter o mestrado.Na Argentina,tal qual no Brasil, o mestrado não é pré-equisito para cursar o doutorado.No Brasil tem a CAPES e na Agentina a CONEAU.Paraguai e Uruguai não possuem orgãos de avaliação de pós graduação.

Prof. Nilo Jeronimo Vieira disse...

OLA GEORGE
TENHO INTERESSE EM FAZER UM DOUTORADO NA AMERICA DO SUL
JÁ TENHO O MESTRADO E SOU PROFESSOR UNIVERSITARIO
SERÁ QUE REALMENTE NÃO VALE A PENA?

OLA HUMBERTO
SE VOCE CONHECE VARIAS PESSOAS QUE FIZERAM DOUTRADO NA ARGENTINA E URUGUAI, SABE DIZER SE O DIPLOMA DELES NÃO FOI VALIDADO OU FOI?

SERÁ QUE SÓ O BRASIL TEM COMPETENCIA PARA FORMAR DOUTORES? OU SÃO OS DOUTORES DO BRASIL QUE QUEREM TORNAR O GRAU DE DOUTOR INACESSIVEL AOS MORTAIS?

UM ABRAÇO A TODOS
PROF NILO

Edson disse...

Como bom pesquisador e futuro mestre formado no Paraguai, aprendi a não comer pela mão dos outros e os comentários maldosos a respeito das pós nos países partes pricipalmente do Paraguai não é nada mais nada menos do que um grande "chororô"de doutores formados no Brasil que até hoje tem usado alunos de graduação e etc...para os manter de trabalhos científicos e tudo isto fazem para dificultar o acesso de pessoas o que até a pouco tempo conseguiram. Uma palavra der consolo a estes doutores é que terão que engolir um monte de doutores e mestres competentes a partir de agora e formados no mercosul. Sem falar que os comentários destes doutores com relação ao tratado de assunção e falando mal da qualidade dos cursos, além de não saberaem o que falam estão infringindo o artigo 49 da carta magna que entre outros aspectos diz que não se pode causar nenhum prejuízo a quem quer que seja desde que esteja no acordo.
Como disse o Zagalo: Vocês vão ter que nos engolir e o mei sic é; vão ter que engolir a seco e conviver com professores formados no mercosul junto com vocês e o que e pior, com uma qualidade o qual os beneficiadoe serão os acadêmicos e a educação no Brasil como um todo, pois trerão professores que realmente estarão imbuídos da qualidade do ensino e fazendo educação com amor e dedicação, cuja linguagem vocês não conhecem e talvez venham a conhecer com exemplo desta nova safra que começará assumir, sabe porque? Porque formam-se bastantes sem preconceito e sem retrição e vocês só formam quem vocês querem, querem confirmar já que vocês são pseudos pesquisadores? Verifique quem está sendo formado no Brasil, e quem está tendo acesso no Brasil a não o famoso Quem Indica - QI, também quem fica como aluno especial, sendo escravo dos doutores,e quantos que são formados por vocês que não conseguem nem falar em público, como defendeu tese? Me poupem e tomem juízo!!!

Mario disse...

Pessoal, muito boa essa discussao, na qualidade de estudante de um curso de mestrado muito bem conceituado acredito que todos os aspectos debatidos sao importantes, mas acredito que a questao central alem da qualidade dos cursos de mestrado e doutorado é tambem lembrar, antes de mais nada, que o pais onde vivemos e atuamos como profissionais é o Brasil o qual tem suas regras e suas leis para lidar com a questao em debate. Por isso,toda e qualquer pessoa que deseja, assim como eu, ter seus titulos precisa observar isso, tendo em vista que no futuro os maiores prejudicados seremos nós. conheço alguns colegas professores que fizeram seus mestrados e doutorados em algumas dessas instituições e ate hoje nao conseguiram revalidar seus diplomas e consequentemente o tempo de estudo foi valido pq estudaram um pocu mais, porem, em termos salariais nao acrescentou nada pq nao sem o diploma nao se consegue ter progressão, falo do serviço publico. então, respeito a ideia de um colega que disse que os doutores brasileiros terao que engolir os que sao formados fora, acho que essa nao é a questao principal, quem pensa assim, pode fazer sua matricula, mas saiba que é um problema que possivelmente terá no futuro quando for revalidar seu diploma, sem falar que vc correrá o risco de perder seu dinheiro. corcordo com as regras do MEC, creio que tem que haver regras rigorosas sim, pq mestrado e doutorado é coisa seria que exige muita dedicaçao e esforço de quem se propoe a tal. sem falar que a grande maioria dessas faculdades nao se preocupam com a qualidade do ensino que é ofertado aos estudantes e sim com o retorno financeiro que esses lhe trazem.

Laura disse...

Concordo plenamente com o anônimo que opinou sobre a UBA. Só gostaria de enriquecer o seu comentario, lembrando que aquela universidade formou 5 prêmios Nobel. Sendo que nenhuma universidade brasileira conquistou um título semelhante, com qué autoridade iria rejeitar um diploma daquela respeitada instituicao... O sistema de doutorado aqui no Brasil, esta totalmente corrompido, já que os orientadores escolhem os alunos a dedo, preferentemente aqueles que estudaram nas mesmas faculdades e que puxaram o saco deles. É triste admitir, mas é a nossa realidade, ter que tentar lá fora, ñ por ser mais barato, mas sim porque aqui existem corruptos que muitas vezes deixam sem possibilidades a quem realmente vale a pena...

Anônimo disse...

Estive observando os comentários, diga-se, muitos afirmativos, mas sem fundamentação, cheio de achismo. Aqui no Brasil, o Mestrado é um faz de conta: o professor finge que ensina e o aluno finge que estuda e no final é só alegria. É ruim mesmo, um estelionato. Senhores e senhoras: - jornal é para ser lido e não para limpar a b... Me poupem de fazer maiores comentários, pois se fosse tão inválido não teria amparo e convênios com instituições tão importantes e respeitadas. Verifiquem: http://www.esjus.com.br/br/index.php

Anônimo disse...

Sr.George

Sou brasileira e estou terminando uma licenciatura em Ciências da Linguagem em Portugal. Quando acabar, pretendo regressar ao Brasil e continuar os estudos. Posso ser aceita em qualquer universidade brasileira para obter um mestrado numa área associada?Meu curso é reconhecido no Brasil?Devo começar por autenticar o diploma e todos os documentos da universidade no consulado brasileiro em Portugal? O que devo ter em mãos antes de ir?

Desde já, obrigada,

Bruna Chesini

Bruno Silva disse...

É muito interessante a discussão trazida, em especial pelas opiniões diversas.
Pois bem, não tenho o intuito de trazer a solução para a discussão, mas de trazer um novo foco, em especial para a área do direito centro desta discussão.
Inicialmente, analisar quem são os reais interessados em realizar a extensão de forma intensiva.
Será quem são investigadores que estão querendo burlar o tramite exigido nas academias pátrias ou profissionais que atuam em outras áreas jurídicas, tais como: magistratura, procuradoria, defensoria pública, advocacia e etc, que concomitantemente atuam também na área do magistério.
É notório que para atingir a habilitação necessária exigida pelas academias atualmente, como mestrado e doutorado, é necessário anos de dedicação exclusiva.
Por outro lado, somente a teoria é suficiente para garantir excelência no ensino.
Então, as horas que os operadores do direito dedicam-se estudando e atendendo diversos interesses das pessoas no dia-a-dia modificando o direito pátrio por meio da jurisprudência, não é reconhecido e válido para as academias brasileiras.
O que pode se observar que boa parte dos profissionais reconhecidos no mercado e no magistério possuem experiência profissional, são estes que cursaram os cursos intensivos oferecidos no velho continente e hoje os notáveis doutrinadores da atualidade, e estão execerndo o magistério em universidades como: PUC/SP, PUC/PR, UFRJ, PUC/RS, UFMG, PUC/MG e etc, será que a discriminação é exclusivamente com o curso dos HERMANOS.
Trago o seguinte questionamento, você confiaria um direito seu/tratamento de saúde a um sujeito que só possui a teoria, que não tem a prática?
Acredito que ambos os profissionais são de extrema relevância para o ensino superior do nosso país, tanto os profissionais que se dedicam exclusivamente para o magistério, em face da elaboração dos projetos de investigação, bem como os profissionais que atuam direto na área jurídica e lecionam, uma vez ser imprescindível o conhecimento prático.
Então, sugiro que seja interessante examinar a questão de forma mais ampla, tenho a certeza que aos maus profissionais que buscam exclusivamente a titulação o destino ira assegurar o resto, e aos bons que sacrificam suas férias e se afastam de sua família para dedicaram-se ao ensino superior estes alcançaram o que procuram.
Por fim, sugiro que antes de condenar algo, analisemos com acuidade o assunto.
Um grande abraço a todos.

Bruno Silva disse...

Ainda, para complementar o comentário expoto acima, o fato das universidades que oferecem mestrado e doutorado em direito, localizam-se somente nas capitais, ou seja, por mais que o sujeito tivesse a felicidade de dispor de tempo teria que residir próxima a Instituição de ensino.
Abraço

valeria disse...

Oi Humberto sou professora de Direito Penal e fiz o Mestrado aqui mesmo no Brasil. Ocorre que a instituição onde fiz o mestrado só apresenta Doutorados em áreas que não são de meui interesse (Sociologia e Ciência Política). Tenho uma amiga nas mesmas condições q eu e há 4 anos tentamos provas de doutorados e somos reprovadas. Este ano tentei apenas a UFF e desisti. ela no entanto tentou meio que escondida , acho que com vergonha a UERJ em direito q todas nós sabemos ser a "panela " dos Doutorados. Pra vc conseguir cursar o doutorado em Direi to ou tem um bom pistolão ou fez o mestrado na própria. Ontem recebi a notícia de que ela havia passado e jura q foi sem pistolão embora tenha feito tudo escondido, outra colega que fez mestrdao em Salamanca e nunca pediu reconhecimento e a terceira fez o Mestrado em Coimbra e disse não haver necessidade de reconhecimento. pra mim foi um balde de água fria no país do "QI". A UERJ aceitou dois mestrados sem reconhecimento e elas vão ter um doutorado reconhecido. Essa justiça desse pais é mesmo uma vergonha por isso ensino apenas a teoria do q nunca acontece na prática
abraços
Valeria

patricia disse...

Realmente quando tentei o doutorado comecei a me decepcionar. eu via que só passa quem comhece alguém. No mestrado ocritério de justiça é um pouco maior poruqe vc faz uma prova e é aprovada mas no doutorado o cara diz que vc foi selecionado ou não. e olha eu tenho um ex namorado que estaá terminando um doutorado na Gama filho, em Direito, com bolsa, não fez prova alguma para admissão e entrou bem depois do ano letivo ter começado. Ah o sogro dele é um homem bem influente na política.

Sérgio Coutinho disse...

Valéria, esse argumento dos pistolões é algo muito grave no país.

Há duas semanas, a revista Época publicou ampla reportagem sobre o modo como tantos programas de doutorados no Brasil têm critérios mais do que subjetivos para definir quem entra, sem mérito nem critérios objetivos.

A revista criticava a Capes ter critérios rigorosos para abertura de novos cursos mas não ter qualquer exigência sobre critérios de avaliação para ingresso.

Renato disse...

Nao custa avisar - muitos novos doutores conseguiram a revalidação / ou registro (o registro, segundo o tratado tem de ser automatico) via judicial, mandado de segurança, a ação dura em media seis meses a um ano, mesmo assim, mais fácil do que fazer doutorado no Brasil!!!!!!!
A resistencia das universidades brasileiras é justificável: não querem perder o feudo e os "velhos doutores" não se conformam em ver que nóes estamos encontrando facilidades para fazer algo que para eles foi tão difícil...
Faço doutorado na UBA, defenderei minha tese ano que vem, na minha turma estão presentes sete juízes e tres desembargadores de MG - eles já disseram que vão entrar com MS - será que eles vão ser vítimas? Será que todos nós aqui somos ingenuos???? Será mesmo? Os tempos mudam George.... acorde!!! O CAPES e CNPQ estão de parabéns, mas a realidade é outra!!!
Eu não estou dando jeitinho algum!
Estou (amos) apenas me insurgindo contra o feudo educacional e academico em niveld e mestrado e doutorado meste País!!! Abraços.

Anônimo disse...

Gosto muito da discusão, principalemtne porque é um assunto novo e palpitante e, como tal tal gera muita polêmica. O que é perfeitamente natural e compreensivel, pois essa é a história da humanidade.
Vejo que todos teem o mesmo ideal, além de tornarem-se doutores e pesquisadores com vistas a dar uma contribuição mais efetiva para o ensino e a educação, seja do Brasil, da Argentina, Paraquai, demais paises da América do Sul ou da Europa etc...
O que vejo, porém, na discusão e a ausencia de um requisito primordial: a legislação aplicada à espécie.
É verdade que cada Instituição tem seus preceitos legais e, que o Brasil também os tem.
Assim, se faz necessário verificar se o Curso realizado no exterior, seja Doutorado, Mestrado ou Graduação, estão nos moldes e parametros legais exigidos no Brasil, como carga horária; aulas presenciais; tratado de cooperação, dentre outros. Se a resposta for afirmativa, não vejo qualquer problema em compor um dossiê, protocola-lo em uma das Instituições de ensino supeior que tenha prerrogativa para a análise e aguardar o desfecho (art. 48 da LDB).
Entretanto, se o resultado for contrário aos interesses do requerente, de forma a ferir a legislação de regencia, então, sim, a Justiça está de portas abertas para elucidar a dúvida.
O que devemos ter em mente, já que a discusão provem de ilustres postulantes à legalização de elevado nivel intelectual, é a observancia dos requisitos minimos exigidos para o registro e convalidadção dos Diplomas, sem pensar, jamais em trilhar por caminhos de "atalhos" e muito menos conflitantes com a lei. Sou brasileiro, resido no Brasil, Mestre por uma Universidade Portuguêsa (integrante do tratado Brasil/Portugal; Doutorando pela UBA (tratado Mercosul) e pretendo defender minha tese nos idos de 2011.
Apenas como exemplo, o bacharel em Direito, só se torna advogado, após o exame de Ordem, não é automática a sua inserção no mercado de trabalho como advogado.
Sucesso para todos.
O. L. de Mendonça

Anônimo disse...

Estou escrevendo do Paraguai, neste momento. Faço doutorado em Ciências da Educação numa das melhores universidades da América Latina. POR QUÊ?
Os doutores brasileiros, dos quais tive contato e DUAS CARTAS DE ACEITE, disponibilizam poucas vagas ao doutorado, em horários que exigem que só os bem-nascidos ou os sustentados pelo contribuinte possam cursar mestrados e doutorados no Brasil.
Sou psicólogo e professor universitário. Fiz o mestrado em universidade pública, com acordos da UDESC para aulas sextas e sábados.Passaram anos e anos até a CAPES recomendar. Por que? Não querem que certos privilégios saiam das mãos do poder e da grana que brota nas federais.
Processo seletivo? Federais oferecem 2 a 8 vagas, em geral. Para quem? Alunos das federais com projetos orientados pelos doutores que selecionam os alunos. É provável que Eistein, se fosse brasileiro e jovem, mas cursado uma universidade privada, não pudesse cursar mestrado ou doutorado nas federais.
Mas o filhinho do Dr Fulano, que o pai mantém na adolescência mesmo aos 26 anos, pode. Desde que, claro, pesquise o que o orientador dele queira. Ou então alguém que consiga viver com os menos de 3 mil reais que um ou outro sortudo consegue receber de bolsa de dedicação exclusiva da CAPES. Para um jovem, até pode. Como eu passei dos 30 anos, tenho família, nem pensar.
Meus projetos e artigos foram publicados e recebi convites para Bélgica e México, aguardo resposta de pesquisa em Neurociência e Aprendizagem da Espanha e de Austin. Mas do Brasil, não dá.
Por que declinei dos aceites das federais? Como vou fechar meu consultório para fazer 3 créditos, um na segunda de tarde em Floripa, a 200km da minha cidade, outro crédito o Dr Bacana leciona na quarta de manhça e outro quinta ou sexta de tarde.
Quem trabalha? Mas trabalhar não me impediria de cursar e ler, de cursar e pesquisar. Mas espalhar disciplinas ao bel prazer, aí pode.
Querem saber?
Tem um montão, mas um montão de doutores e mestres revalidando e esfregando os diplomas na cara dos arrogantes da Capes.
Quer saber? Nem vou validar meu diploma. O Brasil não me merece mesmo. Vou lecionar e receber em dólares, como doutor, nos países da América Latina, feito o Fran, um amigo meu. 15 dias, 10 a 12 mil reais. Bons artigos e boas pesquisas no mundo inteiro, todos os semestres. Conferências e seminários.
Os doutores e seus pupilos que se enfurnem nestes templos de sabedoria suprema e absoluta, que são as federais.
Hasta la Vista.

Gilmar

Anônimo disse...

Desculpe alguns erros, mas estava com pressa...o que tinha de leitura para fazer aqui não era moleza....mas tinha de responder.
Preconceito e desinformação foram as tônicas desses comentários sobre o assunto dos mestrados e doutorados no exterior.
Sinceramente, percebemos que é só questão de preconceito. Falo inglês, espanhol e arranho um francês. Publico. Tenho metas e planos acadêmicos, mas a CAPES e sua ilha de fantasia não podem enxergar, não podem permitir o acesso de quem os donos da verdade no Brasil acham mortais e reles falhos. Esquecem que o nível da Educação na Argentina, Uruguai e no Paraguai é superior (e constato aqui in loco: BEEEEM superior) ao Brasil.
Então, falando em Educação Superior, o que o Brasil produz? Por que nossos doutores estão fora?

É só pensar...coisa que hé tempos a Educação Superior do Brasil acha que faz. Agir, produzir conhecimento e vivência que tenha relevância na sociedade, então, nem cheiro...

Gilmar, Assunção

Anônimo disse...

Senhores,
Sou professor universitário em minha cidade natal (Macapá) e faço mestrado em Matemática na UTIC, paraguay. Quero, através deste, contribuir com o debate, pois acho que está ficando muito produtivo...
Pois bem, no início do mês mandei um e-mail para uma universidade brasileira pedindo informações acerca do "futuro pedido de revalidação de título" (mesmo sabendo que o decreto 5518/05 nos ampara sobre esse tema), expliquei a universidade sobre a paridade dos mestrados, que é um dos requisitos para a revalidação do título, e, na mesma semana, o coordenador da universidade me respondeu que "a universidade somente revalida título de mestrado/doutorado de cursos RECOMENDADOS E RECONHECIDOS pela CAPES" pois bem, vejam só a ignorância do prof Dr. Coordenador... a CAPES em seu site, através de uma nota que está disponível on-line afirma que não tem competencia para RECOMENDAR E RECONHECER cursos de mestrado/doutorado do estrangeiro, claro, a CAPES é uma instituição NACIONAL, jamais poderia de forma alguma legislar sobre os cursos de mestrado/doutorado de qualquer país... ao contrário, sua missão é RECOMENDAR E RECONHECER cursos de instituições do BRASIL e não poderia ser diferente...

O que está evidente é uma forte orientação da CAPES às universidade brasileiras (públicas e privadas) para que, de forma alguma aceitarem o pedido de reconhecimento de título obtido no Mercosul, caracterizando claramente uma situação de preconceito intectual, onde os únicos prejudicados somos nós que estamos fazendo pós-graduação autorizado pelo decreto 5518/05, segundo levantamento das universidades estrangeiras, são mais de 10 mil brasileiros estudando no MERCOSUL, claro que esse número assusta os Doutores e Mestres que dão aula no Brasil...

As universidades brasileiras (públicas e privadas), segundo a CAPES, tem total autonomia para receber o pedido de reconhecimento do título e analisar os documentos apresentados pelo candidato a revalidação, o prof. Dr. Coordenador, demonstrou que não conhece a própria legislação que o autoriza a trabalhar nesta instituição...

Parafraseando Karl Max:

Pós-graduandos de mestrado e doutorado do MERCOSUl, uni-vos!!
E vamos à luta... quer dizer, ao Supremo Tribunal Federal...


Prof Esp. Edcarlos Vasconcelos da Silva

contato: edcarlos@meta.edu.br

Sérgio Coutinho disse...

Deixei meu depoimento sobre o assunto no blog do Adrualdo, que tem um interessante debate iniciado sobre a mais recente resolução da Capes. Estão todos convidados para ler lá:

http://blogdoadrualdo.blogspot.com/2010/01/capes-bota-pa-de-cal-nos-doutorados-de.html

Relato o que constatei nas minhas aulas no Doutorado em Direito da Universidade de Buenos Aires.

Noemi disse...

Pessoal,
Acabei de ler no site da CAPES, um PDF, com nova regulamentação, dizendo o seguinte:
"Com essa regulamentação, o acordo somente terá efeito para
estrangeiros provenientes dos demais países do Bloco, que venham a
lecionar no Brasil. Os brasileiros não poderão se valer desse
acordo."
Acho que "dançamos"!
Abs
Noemi

Sérgio Coutinho disse...

Noemi,

Só dançou quem dependia de revalidação automática. Tudo que a nova regulamentação trouxe foi o fim do falso discurso de empresas que vendiam a promessa de que seria possível driblar o processo administrativo na revalidação.

Penso mesmo que por isonomia a norma tenha criado um novo problema. Afinal, se brasileiros e estrangeiros fizerem um mesmo curso no exterior mas norma nacional privilegia estrangeiro, então logo nossos tribunais terão que discutir o assunto.

Anônimo disse...

O Senhor Sérgio tem razão... imagine que se um paraguaio fez o mesmo mestrado que eu, na mesma universidade, na mesma turma, e assim como eu, este cidadão vai ao Brasil lecionar... e se a lei vai privilegiar ele, então a legislação nacional entra em contradição e isso é muito grave...
Quanto ao reconhecimento, sou favorável que todos tenham que passar pelo processo de revalidação de diploma... haja vista que deve-se manter a qualidade naquilo que foi pesquisado em cada curso...
É claro que esta decisão (decisão 29 do Conselho do Mercosul) tem um outro sentido para a CAPES, o sentido de nos destruir, de nos apagar da história, acho que é hora de iniciarmos um grande movimento que una esta classe e nos represente com força no Congresso Nacional...

Sou Matemático, vamos ver alguns números:

Média de universidades que ofertam os cursos de mestrado e doutorado no mercosul:

30 universidades

Média de alunos matriculados nas universidades:

530 alunos

Total de alunos brasileiros no mercosul na ativa:

15000 (valores aproximados)

com esses dados, acho que já está na hora de montarmos uma Associação dos Estudantes Brasileiros de Pos-graduação do Mercosul...

Só assim conseguiremos representatividade junto ao executivo e legislativo, que é o que está nos faltando neste momento...

Alcedo disse...

Conheço pessoas que fazem apoiados por Universidades Federais e Estaduais!
Vou fazer!

Anônimo disse...

Prezado Professor,

tem certeza da qualidade de doutorados e mestrados ministrados no Brasil, inclusive por Univresidades Federais? E acerca da forma de admissão, o que diz? Sabe que tem tese de doutorado que não é publicada nem disponibilizada por via eletrônica? Qual o motivo? Sabe que às vezes algumas são encontradas em biblioteca da própria escola e a leitura pode ser algo muito revelador ? Se não fosse algo tão escandaloso eu iria indicar a leitura de algumas, não para você, mas para a revista Veja.
Não pensa que esses tais cursos de doutorado estrangeiros estão gerando a oportunidade de discussão desse acesso e dessa titulação no Brasil? Penso que doutores e mestres brasileiros precisam examinar essa situação com maior transparência e não ficarem escondidos em formalidades. Ademais, o ensino é constitucionalmente direito de todos, em especial se ministrado por escolas públicas; doutorados e mestrados me parecem tão restritos que não atendem o interesse de todos e se restrigem a meia duzia de vagas o que não é algo constitucional, nem democrático; seria, quanto muito, oligárquico.

Alex disse...

Pessoal,

Quero muito me inscrever para o doutorado da UBA. Mas, estou, deveras, desanimado. Com a nova regra de doutorados no Mercosul, expedida pela CAPES, sinceramente....
Não sei bem o que fazer... Alguém tem notícias de alguma universidade no Brasil que esteja revalidando os diplomas de doutorado em direito da UBA??????

Wandson disse...

Boa noite

Pretendo dar início ao meu mestrado em julho do ano que vem pela Universidad Americana do Paraguai, mas estou muito recioso quanto a aceitação do diploma aqui no Brasil, alguém pode me dar um conselho sobre diplomas de mestrado obtidos no Paraguai.
Quero muito obter o titulo de mestrado de qualidade no paraguai, preciso de maiores informações.

carrla disse...

GOSTARIA DE SABER SOBREO DOUTORDO A ARGENINA, NÃO TENHO MESTRADO E GOSTARIA DE SABER COMO É A VALIDADAÇÃO, SE REALMENTE É VIAVEL

Fábio Rossi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Não sou da área de direito, mas gostaria de saber que autoridade a capes tem acima de um decreto presidencial, pois até onde sei, a capes é uma autarquia, que fica abaixo do governo. Ou estou errado? Portanto, quem é a capes para discutir ou normatizar um decreto que já está assinado pelo presidente.

Anônimo disse...

Prezado George,

Na Argentina existe um órgão reguladcor da educação o CONEAU que é tão ou mais exigente que o CAPES/MEC e todo pré-projeto de tese que é entregue na Universidade de Buenos Aires o doutorando só poderá fazer a defesa se o CONEAU vefificar que a tese tem relevância para o mundo juirídico em especial para o mercosul, portanto, não vamos generalizar porque a UBA é uma das melhores faculdades do mundo e seus doutores são chamados a lecionar em todos os lugares dado a credibilidade da instituição de ensino. A UBA foi o berço acadêmico de quatro Prêmios Nobel: Carlos Saavedra Lamas (o primeiro Prêmio Nobel latino-americano, formado na Faculdade de Direito), Bernardo Houssay, Luis Federico Leloir e César Milstein. Da Faculdade de Direito saíram quinze Presidentes da República Argentina. A maioria das grandes figuras das ciências e das artes do país se formou nas suas salas, ou nelas ministrou aulas. A maioria dos argentinos triunfantes no exterior saiu também dos seus claustros.
Abraços Prof. Manoel Ignácio

charles ketzer disse...

Bom atento aos comentários, resolvi dizer que vou fazer meu mestrado em docencia universitaria na UTN,que é a segunda maior universidade da argentina,com conceito intenacional. É recomendada e mantida pelo ministério da educação da Argentina e tem aproximadamente 52 anos de idade. E quanto as universidades brasileiras querem é só dinheiro. E quem é a capes para questionar um acordo intenacional, ora se não for automático a validação, vai ser por mandato de segurança, mais o menos parecido como a quele do TRF do paraná, que diz que os titulos adquiridos nos países membros, devem ser reconhecidos de forma automática.E isso è uma decisão judicial.

charles ketzer: Academico formando do curso de história

charles ketzer disse...

Na Argentina, o Curso de Mestrado é reconhecido pelo Ministério da Educação da Argentina e pela CONEAU (Comissão Nacional de Avaliação e Credenciamento Universitário) que aprova o Curso de Mestrado em Docência Universitária pela Resolução N° 353/07

charles ketzer

charles ketzer disse...

Dessa forma, estudar nas Faculdades Argentinas, nos cursos que estejam credenciados pela CONEAU, que tenham características semelhantes aos cursos Brasileiros e que tenham como finalidade exclusiva a acadêmica, haverá uma garantia de convalidação dos Títulos, nos termos do Decreto Federal nº 5.518/2005.

charles ketzer

Anônimo disse...

Gostaria de saber se alguem sabe me dizer se o Doutorado da UMSA, na Argentina é um bom Doutorado.
Achei interessante, mas so vejo comentarios a respeito do Doutorado da UBA

Anônimo disse...

BRASIL PAIS DE TERCEIRO MUNDO, DEVE RESPEITAR O CONHECIMENTO DE SEUS ALIADOS NO MERCOSUL CONHECENDO OS PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM NAS UNIVERSIDADES BRASILEIROS E EXTRANGEIROS MELHOR QUE O ENSINO NO BRASIL COM TODA CERTEZA. ESTUDEI EM UNIVESIDADE PARTICULAR E ESTUDO NO PARAGUAI. CONCLUSÃO. MUITAS DAS BOBAGENS QUE FALAM DOS ESTUDOS NO EXTERIOR NAO PASSA DE FRUSTRACOES DE DITOS PROFISSIONAIS CONHECEDORES DO MUNDO. O QUE O BRASIL É MELHOR QUE OS OUTROS PAISES NA QUESTAO DE EDUCACAO? QUAL O INDICE DE CONHECIMENTO, GRADUACOES, ESPECIALIZACOES? O BRAISL ESTA FORMANDO PESSOAS ESTRESSADAS COLEGAS QUE ESTAO A BEIRA DE UM ATAQUE NAS GRADUACOES BRASILEIRAS.
CONHECIMENTO NAO É CONTRABANDO O BRASIL DEVERIA INVESTIR MAIS NA FORMACAO DE PROFESSORES. VERGONHA NACIONAL.DESTROEM AS PESSOAS EM PROCESSOS SELETIVOS QUE NAO SOMA NADA. AO INVES DE AJUDAR PREPARANDO MELHOR OS PROFESSORES.
ILUSAO VIVE AS PESSOAS QUE ACHAM QUE SABEM TUDO E MAIS PORQUE FAZEM PARTE DE CAPES E QUE CURSOU E SE FORMARAM NO BRASIL PROFISSIONAIS BRASILEIROS QUE PENSAM ASSIM SAO PROBLEMATICOS DEVE SER RESULTADO DA FORMACAO QUE RECEBERAO A BASE DE EXAUTAO EMOCIONAL RECOMENDO AJUDA DE PROFISSIONAIS DA SAUDE. UM GRANDE ABRACO E MELHORAS.

Anônimo disse...

Objetivando!!! Tem alguém que teve seu curso de Mestrado ou Doutorado realizado nos países do Mercosul e reconhecido aqui no Brasil?

vastomundo disse...

O grande problema é que os cursos de mestrado e doutorado aqui no Brasil foram feitos apenas para as elites ou os apadrinhados das universidades, e isto é público. Deveria era haver uma CPI para investigar o porque de que ainda nao se interioriza estes cursos e estes critérios de avaliação adotados por algumas universidades, quando, sabemos, quem passa são os mais "chagados" dos doutores apenas formados no Braisil.
Hj, com a internet e com todos os meios colocados à disposição das pessoas, nao se faz mais necessário a presença física da pessoa numa sala de aula, quando por um simples cliq temos todas as informações que queremos.
Penso que falar mal dos doutorados na Argentina é querer manter o poder do conhecimento e que fique restrito a apenas alguns "iluminados". Isto vai de encontro nosso mundo cibernético, quando a democratização do acesso ao ensino é quase irreversível.
Vamos abrir sim o leque de opçoes dos cursos, e que vença no mercado de trabalho aqueles que mais se dedicarem.
Moro no interior do nordeste e é praticamente impossível eu ter um título desejado se não for dessa forma, aliás, muito mais democrático do que aqui no brasil, que apenas uma determinada casta da sociedade ou quem mora nos grandes centro tem o "direito" de ter conhecimento.

vastomundo disse...

O grande problema é que os cursos de mestrado e doutorado aqui no Brasil foram feitos apenas para as elites ou os apadrinhados das universidades, e isto é público. Deveria era haver uma CPI para investigar o porque de que ainda nao se interioriza estes cursos e estes critérios de avaliação adotados por algumas universidades, quando, sabemos, quem passa são os mais "chagados" dos doutores apenas formados no Braisil.
Hj, com a internet e com todos os meios colocados à disposição das pessoas, nao se faz mais necessário a presença física da pessoa numa sala de aula, quando por um simples cliq temos todas as informações que queremos.
Penso que falar mal dos doutorados na Argentina é querer manter o poder do conhecimento e que fique restrito a apenas alguns "iluminados". Isto vai de encontro nosso mundo cibernético, quando a democratização do acesso ao ensino é quase irreversível.
Vamos abrir sim o leque de opçoes dos cursos, e que vença no mercado de trabalho aqueles que mais se dedicarem.
Moro no interior do nordeste e é praticamente impossível eu ter um título desejado se não for dessa forma, aliás, muito mais democrático do que aqui no brasil, que apenas uma determinada casta da sociedade ou quem mora nos grandes centro tem o "direito" de ter conhecimento.

Anônimo disse...

Alguem conhece a UNIVERSIDADE LUSOFONA DE HUMANIDADE E TECNOLOGIA DE PORTUGAL. Alguem já conseguiu VALIDAÇÃO aqui no Brasil.
O assunto é extenso, mas ninguem chega e fala que já conseguiu.
Eu sou contra atitude da CAPS, pois no BRASIL os cursos de Pos ficaram muito no QI.
mas a pergunta é essa:
Alguem já conseguiu VALIDAÇÃO aqui no Brasil.???
Ou serviu para alavancar no emprego?

Anônimo disse...

A CAPES verifica as autenticidades de artigos, dissertações e teses que são apresentadas por estudantes de mestrados e doutorados, no Brasil? Digo isso, porque algumas vezes, já fui assediada para fazer esses tipos de trabalhos acadêmicos para "pesquisadores".
Em recente pesquisa internacional, nenhuma Universidade brasileira ficou entre as 230 melhores universidades do mundo. Apesar de que não confio muito nesses critérios de avaliações de caráter generalizados. Mas, uma coisa temos que considerar, a educação formal, de qualquer nível, nunca foi o forte do Brasil.

Anônimo disse...

eNFIM, ALGUÉM CONSEGUIU VALIDAÇÃO? JÁ QUE PARA FINS DE DOCENCIA, JÁ ESTA PACIFICADO O RECONHECIMENTO, QUAIS SERIAM AS OUTRAS AREAS QUE AINDA ENCONTRAM-SE MPENDENTE PARA VALIDAÇÃO DO DIPLOMA?

Monica disse...

Boa noite George,

Me chamo Mônica, moro no Mato Grosso e me formei em Direito ano passado.
Estava procurando no Google a respeito de mestrado e achei seu blog com várias discussões sobre esses cursos na
Argentina, e confesso que desanimei. Sempre quis fazer mestrado em criminologia, amo essa matéria e sempre estou lendo
Livros à respeito e queria muito me aperfeiçoar em uma coisa que eu gosto.
Estou procurando mestrado em criminologia aqui no Brasil, mas n encontro, e quando encontrei achei muito caro.
Vi em Buenos Aires que há este curso, mas tenho medo da validação, como estou pesquisando, queria saber se conhece alguma
Coisa a respeito e se Mestrado tem mais chances de ser válido aqui no Brasil?
Se puder me ajudar com alguma informação, agradeço muito.

Totonho disse...

GENTE, SINCERAMENTE, ESSA DISCUSSAO SÓ PODE SER UMA PIADA.

ISSO ME FAZ LEMBRAR A HISTÓRIA DOS BRASILEIROS QUE FAZIAM MEDICINA NA BOLIVIA, ETC. ATÉ DESISTIREM.

NAO TENHO FIABILIDADE NENHUMA NOS CURSOS BRASILEIROS, O QUE DIZER DOS ARGENTINOS E PARAGUAIOS, ETC.

BASTA ENTRAR EM UMA BIBLIOTECA BRASILEIRA E UMA EUROPEIA.

FORA AS ESPANHOLAS. PORQUE AS POS GRADUAÇOES, DIGO MESTRADOS E DOUTORADOS, ESPANHOES SAO PIORES QUE OS BRASILEIROS.

ATÉ HOJE EU NAO ENTENDI COMO UMA PESSOA CONSEGUE ESCREVER UMA DISSERTAÇAO OU UMA TESE NO BRASIL.

TENHO VISTO TRABALHO E PARTICIPADO DE BANCAS ONDE OS ALUNOS SAO APROVADOS COM VALORES MÁXIMOS + MAIS CONSIDERAÇOES E RECOMENDAÇOES MIL. MAS OS TRABALHOS SAO ÓTIMOS PARA A LIXEIRA.

O PIOR É QUE NAO É CULPA DOS ALUNOS. NAO SE PODE QUERER OBRIGAR O ALUNO A IR PARA USA OU EU PARA FAZER SUA PESQUISA.

É UM ABSURDO QUE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS TITULEM PESSOAS COMO MESTRES E DOUTORES.

É TUDO UM FAZ DE CONTAS. TUDO UM FAZ DE CONTAS QUE INICIOU COM A GESTAO DO MINISTRO PAULO RENATO PARA CONSEGUIR DAR DIPLOMAS A ESMO PARA TENTAR AUMENTAR O IDH JUNTO À UN.

GENTE ISSO É UMA PIADA DE BRASILEIRO!!!!

O BRASIL NAO SAIU DO LUGAR E PAIS EM "CRISE" COMO USA E PORTUGAL GANHARAM VÁRIAS POSIÇOES.


HOJE VEMOS O INGRESSO NA GRADUAÇAO BRASILEIRA QUE NAO EXISTE MAIS VESTIBULAR E A PESSOA SAI SEM SABER ASSINAR O NOME.


DOUTORADO DE FIM DE SEMANA?

ISSO SÓ PODE SER UMA PIADA DE BRASILEIRO MADE IN PARAGUAY E COMPRADA NA AUGUSTA.

NENHUM CURSO "SÉRIO" NO BRASIL, COM TODAS SUAS LIMITAÇOES, ACEITA O ESPANHOL COMO IDIOMA PARA SELEÇAO.

PRECISAVAMOS MELHORAR E PASSAR TRABALHAR COM OS EMERGENTES ASIÁTICOS COMO RÚSSIA E CHINA. ASSIM COMO FAZEM AS UNIVERSIDADES EUROPEIAS E NORTE AMERICANAS.

NAO ESQUECI QUE SOMOS COLONIAS, MAS PRECISAMOS DE INDEPENDENCIA.

E PRECISAMOS DE FICAR ESTUDANDO O QUE FAZEM NA EU E USA. LÁ NAO ESTUDAM O QUE FAZEM AQUI. ESTAO FOCADOS OU EM SI MESMO OU AGORA NA ÁSIA.

O PROBLEMA É QUE AINDA SOMOS COLONIAS E OS PROFESSORES AQUI NAO TEM COMO AVALIAR TAIS CONHECIMENTOS.

CONHEÇO FLUENTES EM RUSSO QUE PRECISAO FAZER PROVA DA PICARETAGEM DO IDIOMA ESPANHOL PARA VIRAREM DOUTORES.

SIMPLESMENTE PORQUE OS PROFESSORES SAO RUINS MESMO.

PREZADOS,

VCS ESTAO NIVELANDO POR BAIXO. PELO AMOR DE DEUS!!!!!! NAO PIOREM O INFERNO TUPINIGUES.

TODOS TEM QUE TER UM COISA EM MENTE:

"O BRASIL É O PIOR LUGAR DO MUNDO E ISTO NAO VAI MUDAR NUNCA"

É O PAÍS MAIS MAL LOCALIZADO DO MUNDO!!!

E NAO VALE A ARGENTINA, PARAGUAY E URUGUAI PORQUE O DIABO JÁ TOMOU CONTA.

É QUENTE!!!! E ONDE É QUENTE É RUIM. ONDE É FRIO É BOM.

PERGUNTEM AOS COLEGAS DA FÍSICA O POR QUE.


RESUMINDO:

DOUTORADO NA ARGENTINA É PIADA DE BRASILEIRO MADE IN PARAGUAY.

DOUTORADO NA ARGENTINA NAO É RECONHECIDO NO BRASIL.

DOUTORADO DE FIM DE SEMANA.

DOUTORADO SUPLETIVO.

CHAMEM COMO QUISER.


PORQUE NAO VAO PARA USA, EU, CHINA OU RÚSSIA ESTUDAR?

SERAO BEM RECEBIDOS. PODEM TER CERTEZA.

ACREDITO QUE NAO PRECISAM DISTO.

POR FAVOR, NIVELEM POR CIMA. E NAO LÁ PELA ARGENTINA A FORA.

TRAGAM COISAS QUE POSSAM CONTRIBUIR PARA O PAÍS QUE VCS CARREGAM O PASSAPORTE E JÁ TEM TODAS AS DESVANTAGENS FISICAS QUE O TORNAM O PIOR LUGAR DO MUNDO.


PODEM FICAR TRANQUILOS QUE DAQUI UNS MIL ANOS AQUELES QUE JÁ ESTAO A 10, 15 ANOS ESPERANDO PELO RECONHECIMENTO DE SEUS DIPLOMAS TERAO EXITO. ENTAO A FILA COMEÇA A ANDAR.

NAO PERCAM SEU TEMPO.

FUJAM DAQUI PARA FAZER A POS EM LUGAR MELHOR E TALVEZ CONSIGAM FICAR POR LÁ.

CONHEÇO MUITOS CASOS.

GOSTARIA DE LEMBRAR QUE ANGOLANOS E GONGOLESES QUE PRETENDEM DOUTORADO NO BRASIL TEM SE SUBMETIDO ÀS AVALIÇOES EM IGUAIS CONDIÇOES AOS DEMAIS.

E TEM TIDO EXITO.


BOA SORTE!!!!

TOMEM JUIZO!!!!!

VAO ESTUDAR!!!!

E ESCUTEM O PROFESSOR!!!!

Totonho disse...

PREZADOS,

VOLTEI A LER OS COMETÁRIOS E É PRECISO QUE ENTENDAM:

DOUTORADO NA ARGENTINA NAO É RECONHECIDO NO BRASIL!!!

PARECE QUE ESTA TEM SIDO A MAIOR DÚVIDA DE TODOS.

A UNIVESIDADE QUE PASSAR FAZER ISSO NO BRASIL VAI CAIR EM COMPLETO DISCRÉDITO JUNTO À CAPES.

NO DEVIDO TEMPO SERAO E ESTAO SENDO ABERTOS NOVOS CURSOS DE POS STRITO NO BRASIL.

TUDO DEPENDE DA DEMANDA.

QUE GERA RECURSOS PARA INVESTIMENTOS NOS NOSSOS CURSOS.

FUI MEMBRO DA CAPES. E HOJE PARTICIPO NA AVALIAÇAO DE BOLSAS.

OUTRO PAÍS QUE NUNCA RECOMENDO É INGLATERRA PARA CIENCIAS HUMANAS.


BOA SORTE A TODOS

Anônimo disse...

Ahhhhh. ele foi membro da CAPES. Por isso acha o Brasil o pior país do mundo e demais países da América Latina, idem rs. Concordo quando se diz que mestrado e doutorado no Brasil é pra gente que não precisa trabalhar. Curso um Doutorado na Argentina e com a qualidade é MUUUUUIIITOO superior aos do Brasil, mesmo se não vier o reconhecimento(o que duvido), ainda assim vale a pena. Quanto ao bloggueiro, é bom avisar aos membros do MP, porque tenho alguns colegas do Doutorado que também são promotores de justiça. Coitados, devem estar sendo enganados também.rs.

Anônimo disse...

Evidente que o "TOTONHO", é um farsante se passando por ex-membro da CAPES... o mestrado na argentina, é hoje uma realidade em que muitos brasileiros estão buscando. Infelizmente, no Brasil, diversos motivos impossiblitam a realização do mestrado ou doutorado.
1) A má distribuição dos cursos de mestrado e suas áreas no território nacional;
2)a necessidade de aulas semanas, impossibilitam a viagem para o local onde ocorre o mestrado;
3)o alto custo das viagens, por ironia, viajar pro exterior fica m muito mais barato do que no território nacional, independente de distância;
4) Nem todos tem pai rico para bancar, muitos tem que lutar pela sobrevivência, não podendo se ausentar por muito tempo;

Acredito que faltou uma discussão mais séria, seria MUITO LEVIANO, dizer que o mestrado/doutorado na argentina, a exemplo, não vale, faltou um pouco de maturidade, ou respeito, por parte de quem iniciou esta discussão, pois tentou, ao contar a história do seu ex-aluno, principalmente na forma depreciativa, deixar evidente que os cursos feitos no mercosul não merece credibilidade, para mim reflete uma certa leviandade.

No final fica claro que, infelizmente, o Estado Brasileiro não consegue preencher uma lacuna e outros, observando um nicho de mercado, pois educação é também um negócio, oferece oportunidade para quem busca realizar seu sonho de um mestrado ou doutorado, e não é por ser realizado em períodos específicos (janeiro e julho) que pode merecer descrédito, pois a creditação está sendo cumprida, a carga horária também... deve-se buscar comprovar a seriedade da instituição e fiscalização do curso, se o orgao do país é sério e merece crédito, então, deve-se considerar a sua seriedade, chamar de doutorado ou mestrado supletivo, d efinal de semana sem que tenha uma base séria para se baseiar é apenas mostrar que é um simples leviano. Por fim, bons e maus cursos de mestrado existem, principalmente em nosso país e aceito pelo capes. Aceitar ou não um curso do exterior deve passar pelo bom-senso e maturidade e não apenas por um preconceito que está sendo criado por se acharem os reis da cocada preta, no final fazemos o que fazem conosco... nos EUA nossos cursos são vistos com suspeita de qualidade e repassamos a mesma suspeita para aqueles que achamos inferiores a nós, até mesmo para uma Argentina, um País que ofereceu CINCO prêmios NOBEL... enquanto o brasil já teve... ZERO??? O argentino lê QUATRO VEZES MAIS QUE O BRASILEIRO.
Cuidado, antes de julgar, é importante fazermos uma reflexão... não será que estamos nos sentindo ameaçados perdendo o conforto de uma posição que gera tão somente exclusão?

Anônimo disse...

Sr. Totonho, não acredito que a CAPES teria um membro que escreva tão mal na língua portuguesa, ah talvez seja um problema de digitação, então também não serve para ser de comissão nenhuma!!!!! Hoje mesmo estive na USP com uma amiga que fez doutorado em Educação na Universidade Católica de Santa Fé, ela deu entrada normalmente no processo e aguardará o processo de revalidação que deve durar uns 6 meses, como sou mestre em Educação por uma universidade de renome brasileiro, posso afirmar que o a tese em questão é de excelência, bem como o currículo cursado é de extrema qualidade e atende aos requisitos da CAPES, que se teve o Sr Totonho como membro, essa sim não deve ter qualidade mesma.

Anônimo disse...

Boa discussão!
Sou mestrando no Uruguai. Ficar conjecturando sem conhecer é fácil.
O que vemos é algumas pessoas, que lutam para desvirtuar um Acordo assinado Países. Será que a relutância contra as Universidades da América Latina não é uma forma de esconder as dificuldades em ser admitidos nos cursos de mestrado e doutorado de uma Universidade brasileira.
Aconselho a todos a irem na Argentina, Uruguai e Paraguai e assistirem uma aula, apenas uma. Verão que essas Instituições de ensino não deixam nada a desejar em relação ao ensino brasileiro, podendo até ser melhor.
Para se ter uma ideia, minha dissertação de mestrado está sendo construida desde julho de 2010, e ainda não está no fim.
Há professores brasileiros, que lecionam em cursos de mestrados aqui no Brasil que conhecem o meu trabalho de dissertação, podem afirmar que não deixa a desejar em nada.
Podemos falar daquilo que conhecemos, e sobre isso posso falar, porque conheço bem.
Assim que defender minha dissertação, entrarei com pedido de revalidação no Brasil, e quero ver, se há algo maior que um Tratado assinado pelos Presidentes das Republicas dos Países Membros do Mercosul.
Darei notícias.

Um grande abraço a todos

Hamilton

Anônimo disse...

Para completar:
Qual o índice de analfabetismo no Uruguai?
É tão baixo que não entra nas estatísticas da ONU.
0,05%. Pergunto: qual é o índice de analfabetismo no Brasil?
A CAPES e os que criticam o ensino nos países do Mercosul deveriam pensar nisso e propor soluções palpáveis para nosso povo.
Mas, para que um um povo educado?
É mais fácil controlar os iletrados do aqueles que desenvolvem uma mente que questiona.

Abraços.

Hamilton

Anônimo disse...

DOUTORES , OBEBEDEÇAM A LEI !!!!!!

Se há um tratado internacional , o Brasil , deveria respeita-lo e não discuti-lo.

Ou o CAPES está acima da Lei ???

Anônimo disse...

Totonho,

Nos EUA nem tem seleção para alunos, basta conhecer um professor. Isso é que é qualidade?

Em relação a uma pergunta anterior sobre a Lusófona, falei com uma pessoa que teve o Certificado Convalidado mas ela mesma disse que teve alguns que não tiveram a mesma sorte. Em contato com o pessaol da UNICAMP falaram que era dificil convalidar por conta de uma parte ser feita no Brasil, o que não é permitido.

Quanto as faculdades argentinas, gostaria de saber se alguém teve um título convalidado no Brasil.

Eduardo Valadares disse...

Eduardo disse...
Caros Leitores,
Tenho acompanhado atentamente essa questão da revalidação de diplomas
obtidos em Universidades dos país membro do Mercosul e, entendo que por corporativimos da CAPES o Decreto 5518 não vem sendo respeitado. Portanto é uma decisão política. A CAPES(que tem membros das Universidades Federal)quer continuar achando que é a dona da verdade.Doutorado e Mestrado não é nenhum bicho de sete cabeças é apenas pesquisa e a CAPES continua achando que os cursos devam ter característica de graduação. Li muitas coisas equivocadas, do tipo de que tem que ter mestrado para fazer doutorado(no Brasil mesmo não é assim). Terminei o doutorado na Argentina UNAM e ela exige que se tenha o mestrado para poder cursar.A UNAM é uma universidade estadual e vinculada a CONEAU, órgão similar a CAPES Brasil. Cada país tem o seu órgão similar a CAPES, por não esses órgãos dariam o aval de suas faculdades e assim vedaria os cursos fundo de quintal.
Isto posto entendo que deveríamos nos unir para fazer valer o Decreto 5518 através que contatos políticos e/ou ação conjunta pleiteando o cumprimento do decreto.
Isto posto, coloco meu email a disposição de todos que queiram dar início a essa empreitada.
Um Grande abraço, Eduardo Valadares
email: eduardobernardo.valadares@gmail.com

Anônimo disse...

Estive avaliando os mestrados e doutorados na Argentina. Sobretudo a proposta da UBA é bastante tentadora. Mas me parece q o curso não é tão fácil quanto afirmam. Parece que a maioria já não retorna no segundo período dos quatro que existem. Espero que os colegas estejam dispostos a estudar efetivamente.
No tocante as Universidades Federais/Estaduais Brasileiras é aquela velha história: os professores, em regra, agem como donos das instituições. Conhecer algum professor e ser graduado pela própria instituição ainda são os melhores currículos.

Anônimo disse...

Concordo plenamente com os posicionamentos que apontam as pós graduações no Brasil como espaços feudais, em cujos espaços doutores e mestres, muitos dos quais titulados com teses e dissertações de qualidade extremamente duvidosa, considerando que entraram nos programas por apadrinhamento e vínculos acadêmicos com orientadores desde a graduação. Sem contar com os dados relativos à qualidade do ensino em países como Argentina e Uruguai, comparados aos do Brasil, sobretudo em termos de analfabetismo funcional. Sou professora universitária há 18 anos, e verifico o alto índice de estudantes analfabetos funcionais, iletrados, concluindo cursos de graduação em Humanas; com dificuldades de leitura, interpretação, construção crítica de um discurso ou texto acadêmico e dissertativo. Poderia fazer um doutorado em minha unidade, mas quero fugir das panelas, acordos, jeitinhos. Já sei ler e escrever, bem, e também fazer pesquisa, investigação bibliográfica e empírica. Portanto, não quero perder meu tempo em aulas com pseudo doutores arrogantes, que não tem referenciais ou instrumental teórico e metodológico suficiente para discutir comigo questões relativas ao meu objeto de estudo. Por isso quero fazer um doutorado em uma universidade argentina, na qual a docência seja objeto de pesquisa e reflexão, mesmo sabendo que lá também encontrarei algumas das muitas limitações humanas e acadêmicas encontradas aqui. Sou amiga intima do coordenador do programa de doutorado, o qual repetidas vezes insinuou o desejo de ver-me no programa, no qual eu seria admitida mesmo que fizesse um projeto sofrível. Mas recuso-me por razões rapidamente apontadas, pois preocupo-me com a sala de aula, com o ensino e a formação docente dos profissionais da escola pública, objeto de pouco interesse dos acadêmicos militantes da TIA CAPES.....

Quero juntar-me aos que discutem essa questão da validação de diplomas em universidades do Mercosul, ajudando a clarear pontos de vista e a mapear instituições mais sérias e confiáveis.

Aproveito para perguntar se alguém tem referências do doutorado em educação na Universidade Católica de Santa Fé, na Argentina. Agradeço qualquer referência ou contato.

Ciências Exatas disse...

Pessoal sou Licenciado em Matemática colei grau final de agosto desse ano e ontem vi o anúncio dessa pós oferecida em países do Mercosul e achei interressalte e fui pesquisar a respeito dos cursos oferecidos pelas ESJUS.
Li todos os comentários muitos sem fundamentação concreta dos fatos.
Não irei julgar quanto a qualidade desses cursos, no entanto para aqueles que se interessarem em fazer uma pós seja ela na Argentina, Uruguai, Paraguai ou qualquer outra se certifiquem da credibilidade das instituições que oferece intercambio para realizar esses cursos e os procedimentos para validação do do certificado aqui no Brasil.
Passar por todo o processo de estudo e elaboração da tese para no final não dar em nada isso niguém quer.
Pessoal então eu repito se informem melhor antes de realizar esses cursos, pois o investimento não é barato.

Anônimo disse...

Fiz mestrado no Brasil. Participei de um programa específico de mestrado e tive contato como aluno especial de uma outra instituição. Quem entra na área de pesquisa não procura título, vive a pesquisa. Não há sacrifício. Da experiência que tive, no Brasil, algumas coisas precisam estar presentes: aqui a vaga em geral é do Professor, não importa o quanto haja capacitação na maioria das vezes a participação no programa é determinada por motivos que só Deus conhece; a vaga é do Professor e muitas vezes ele escolhe mal. Escolhe quem não vive a pesquisa. Aqui não adianta o seu esforço no final o QI faz a diferença. E não tem a qualidade que afirmam ter. Em geral utilizam mecanismos não muito corretos para “publicar˜, formam grupo de pesquisa de fachada. Pesquisa é coisa séria, mas a CAPES faz com que seja séria? É surpreendente o quanto são dois pesos para mesma medida. O mundo cheio de universidades de fachada e o problema são os brasileiros que correm para Doutorado na UBA. Qual universidade no Brasil é melhor que a UBA? Qual programa de pós-graduação no Brasil que tem 1/3 do comprometimento que algumas das universidades na America Latina?

nilda scheffer disse...

Faço doutorado na Argentina, o curso é muito bom. O nivel dos professores posso afirmar é melhor do que o nosso, são pessoas que sabem muito. Se o barato sair caro eu não sei, mas sei de uma colega que ja terminou e está dando aula em universidade federal, então como prever o que ja está acontecendo...Confio e faço, depois vejo o que fazer. Mandado de segurança existe para isso, a lei é para mim e para CAPES tambem. A realidade dita regras, estudar fora é uma reação da não aceitação dos brasileiros que querem estudar e não são incluido na realidade dita elite. A elite dominante,doutores titulados,inatingíveis deveriam se preparar, poís vão ter que nos engolir.

Nilda Scheffer disse...

Faço doutorado na Argentina, o curso é muito bom. O nível dos professores posso afirmar é melhor do que o nosso, são pessoas que sabem muito. Se o barato sair caro eu não sei, mas sei de uma colega que já terminou e está dando aula em universidade federal, então como prever o que ja está acontecendo...Confio e faço, depois vejo o que fazer. Mandado de segurança existe para isso, a lei é para mim e para CAPES também. A realidade dita regras, estudar fora é uma reação da não aceitação dos brasileiros que querem estudar e não são incluidos na realidade dita elite. A elite dominante,doutores titulados,inatingíveis deveriam se preparar, poís vão ter que nos engolir com Capes,sem Capes, reconhecimento ou não.

Layla Ribeiro disse...

Olá pessoal!

Tenho certeza da imensa utilidade de discutirmos a questão da revalidação dos títulos. Justamente por isto quero pedir que sejam respeitosos em nossas colocações, independentemente dos pontos de vista.

Sou bacharel em Direito e tenho especialização na área em universidades de ponta no Brasil. Além disto, estou terminando um MBA na FGV e um doutorado na Argentina.

Estudei muito toda a legislação que embasa o oferecimento de cursos no Mercosul antes de proceder à matrícula. Conheço alguns doutores que conseguiram o reconhecimento em universidades brasileiras, seja pelo procedimento administrativo ou mediante decisão judicial.

Podem estar certos de que o problema não é entrar e sim concluir o curso. A maioria das pessoas realmente vai com o intuito de obter um título com facilidade. Porém, na trajetória percebem que cumprir a grade curricular não é tão simples assim. Aí a maioria esmagadora dos cursantes não apresenta a tese.

Falei de fatos, não de opiniões. Espero ter contribuído.

Anônimo disse...

Pessoas,aprendam a ler!!
O que o blog esta mostrando eh que alguns cursos oferecidos na Argentina não são revalidados no brasil porque não respeitam as condições necessárias.quem já viu fazer doutorado sem precisar fazer prova de ingresso,sem precisar saber outro idioma,sem praticamente assistir aula...podia ser na Europa,china,Rússia...qualquer lugar, que a opinião seria a mesma. E o argumento de que a CAPES eh tendenciosa, que para passar no doutorado precisa de "QI" etc,apesar de ser pontos a serem discutidos,não justificam passar por cima de critérios mínimos.senão qq um pode virar doutor,soh precisa pagar.tem que haver pesquisa seria. Tenho certeza que a Argentina tem excelentes universidades.porém temos que ser criteriosos com os programa de pôs-graduação que escolhemos. O mal dos espertos eh achar que todo mundo eh besta.por que se matar para tentar um doutorado numa universidade com exigências se dah p fazer um doutorado assistindo apenas um mês de aula por ano? E ainda sem precisar cursas disciplinas,fazer trabalhos,ler em outros idiomas etc...mto fácil assim neh.rs.

Anônimo disse...

Segundo informação apenas quatro brasileiros são efetivamente doutorandos, hoje, deste programa internacional. O programa internacional apenas facilita a realização dos créditos para apresentação do projeto. A vinculação do aluno ao programa só ocorre com a aprovação do projeto, ou seja, o aluno só se torna doutorando com a apresentação do projeto. A UBA tem apenas um programa de doutorado que já formou doutores brasileiros, o programa internacional apenas facilita o cumprimento de créditos. Para se ter uma ideia o programa internacional existe desde 2009 e até a presente data não formou nenhum doutor. Veja bem, no Brasil muitos doutores são formados em menos de 3 anos. E para quem busca um caminho tranquilo para o doutorado: Nenhum dos brasileiros que buscavam um título de doutorado atingiu o objetivo, neste programa internacional. É mais fácil se tornar doutor no Brasil. Isso por uma razão muito simples a UBA É MUITO MAIS CRITERIOSA DO QUE SE IMAGINA. Por exemplo, no ano de 2011 apenas 3 teses de doutorados foram submetidas a avaliação. Em todo o ano de 2011 pela UBA só surgiram 3 novos doutores. Trata-se da Universidade mais tradicional de toda a América Latina, existe desde a época de João VI no Brasil. É uma das poucas Universidades na América Latina entre as 200 melhores do mundo. Quem busca trabalho sério, pode procurar o Programa Internacional e com certeza não terá dificuldades para revalidar. Agora sair do programa com o Título é um desafio.

Ozéias J. Santos disse...

Prezados Mestrandos e Doutorandos.
Infelizmente o feudalismo neste setor é verdadeiro.
Um atraso.
Lembrem-se: o ensino jurídico no Brasil é fraquíssimo.
Qual a razão:
Uma delas é que o bacharel em direito, que não consegue passar no exame de ordem, pode lecionar.
Meu Deus!!!!!
Sua produção será fraca, salvo se o magistério estiver em seu sangue, mas não é sempre assim, pois juízes, promotores e alguns advogados lecionam para ganhar mais algum.
Pior. Os que dizem que o exame de ordem é necessário, a grande maioria não o fez, ou seja, nos moldes encomendados pela OAB, vez que seus membros demonstram pouca capacidade para elaborarem o exame de ordem, vez que quando concluíram seus cursos, foram avaliados pelos próprios professores.
Então, como pode haver doutorado e mestrado de qualidade no Brasil,se o ensino é fraco?
Devemos ficar felizes que o Mercosul abriu as portas para todos.
A validação deve ocorrer por bem ou por MS.
Doutores, haverá mais doutores e mestres do Mercosul do que da produção nacional, que ainda exige critérios de apadrinhamento para entrada nestas pós.
Outra coisa, quem seleciona é o mercado.
Se se permite que o mestre ou doutor oriundo de universidades estrangeiras, o próximo passo é questão de tempo.
Vale a lei e não o corporativismo da CAPES.
Lembrem-se que para fazer mestrado ou doutorado, via de regra se utiliza da via de alguma empresa brasileira, portanto, aplicável o CDC.
Lembrem-se da ação de danos morais, na qual podem figurar no polo passivo a CAPES, a empresa intermediária (onde tem sempre brasileiro doutor dirigindo), inclusive o Ministério da Educação. Também a própria universidade, que faz propaganda dizendo que existe a validação do diploma. Mexam no bolso deles que a coisa anda.
Mais, abram os olhos do MP para que, como custus legis, faça prevalecer os direitos coletivos e difusos amparados pela norma autorizadora, que é o badalado Decreto.
Abraços a todos.
Ozéias J. Santos.

Renato Pereira disse...

Os diplomas podem ser reconhecidos por instituicoes brasileiras e existem cursos nas principais instituicoes argentinas voltados especialmente para brasileiros, voces podem conseguir mais informaçoes no site www.sensu.com.br , que é uma instituição que oferece varios cursos de MESTRADO e DOUTORADO NA ARGENTINA

Anônimo disse...

Essa discussão foi criada a partir de varias posições e isso sim se faz necessário no mundo acadêmico. O que nos intriga e: Quem tem razão? Cada um pensa e defende sua posição. O fato no entanto e que o mundo mudou e cada um tem direito a escolher o que lhe faz bem. Fiz mestrado no Brasil numa universidade conceituada e faço doutorado numa universidade paraguaia. Qual a diferença? Respondo para vocês: O respeito pelo estudante por parte dos professores e muito maior, somos tratados como estudantes de doutorado, não como servos de senhores feudais, o que acontece aqui no Brasil. Sem contar o nível de qualidade que não e diferente. Os professores realmente dão aula, o que na maioria das universidades brasileiras não acontece.os Doutores brasileiros em sua maioria se acha Deus. E como o acesso ao doutorado brasileiro esta restrito aos puxa saco, que nem sempre são bons pesquisadores, muitos vão procurar ensino fora de casa. Quem perde com isso e o Brasil, que poderia ter mais pesquisadores de qualidade.Mas os senhores feudais do ensino brasileiro não acordaram e não perceberam que estamos em um mundo globalizado e que logo perderão seus feudos para quem realmente quer trabalhar e que vai dominar esse novo mundo.Cuidado doutores feudais, tem muita gente capaz vindo por aí.

Rossiorossio disse...

REVALIDAÇÃO. DIPLOMA. MESTRADO. MERCOSUL.

Trata-se de professor universitário auxiliar que, para galgar progressão funcional como professor assistente, busca judicialmente o reconhecimento do curso de mestrado concluído no Paraguai a fim de que o diploma seja aceito com admissão automática, sem os ritos de revalidação previstos na Lei n. 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional — LDB). Para isso, alega o recorrente a existência de tratado internacional — Acordo de Admissão de Títulos e Graus Universitários para o Exercício de Atividades Acadêmicas nos Estados Partes do Mercosul —, o qual, a seu ver, prevê o uso automático de títulos acadêmicos expedidos nos países signatários, com força de lei, visto ter sua aprovação no Dec. Legislativo n. 800/2003 e promulgação com o Dec. Presidencial n. 5.518/2005. O tribunal a quo considerou que os termos do tratado internacional não afastam as disposições legais vigentes previstas no art. 48 da Lei n. 9.394/1996, que impõe os trâmites para a revalidação do diploma adquirido em outro país. Por outro lado, o Conselho Nacional de Educação (órgão do Ministério da Educação), ao analisar semelhante questão, concluiu, em parecer, que a obtenção do título universitário ou de pós-graduação por brasileiros nos Estados partes do Mercosul não é automática e exige obediência ao processo de revalidação conforme a legislação vigente (LDB). No mesmo sentido, posiciona-se a doutrina, e a Segunda Turma já se pronunciou, entendendo também que o tratado internacional amolda-se ao ordenamento pátrio e demanda a revalidação. Diante do exposto, a Turma negou provimento ao recurso. Precedente citado: REsp 971.962-RS, DJe 13/3/2009. Resp 1.182.993-PR, Rel. Min. Humberto Martins, julgado em 3/5/2011."

Toni Neri disse...

Vou começar meu Mestrado no Uruguay agora em Maio, e não importa se vai valer no Brasil ou não, o que importa é que valha em algum lugar, já que O Brasil é uma país sem oportunidades, onde nós brasileiros somos roubados todos os dias pelos impostos altissimos. É o primeiro passo pra sair dessa prisão. Que se dane o sistema.

Toni Neri disse...
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Simone Maia disse...
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Simone Maia disse...

Por favor, alguém pode me indicar uma Universidade que ofereça MESTRADO EM DIREITO DO TRABALHO, no Mercosul? Com aulas presenciais em janeiro e julho.

Fernanda Gomes disse...

Prezados,

Recebi um email da ESJUS para fazer mestrado na Argentina. Será que alguém pode me dar referências sobre essa Universidade e se tem alguêm que conseguiu revalidar o diploma aqui no Brasil e qual foi a Universidade pública brasileira que revalidou... Grata..Fernanda

Anônimo disse...

Não há como garantir revalidação de diploma de curso de pós-graduação. Depende muito do programa. Em geral, há uma avaliação da tese de doutorado, bem como das disciplinas cursadas. A validação de matéria no exterior, muitas vezes, exige trabalho escrito, mais complicado que no Brasil. No caso da UBA, não existe doutorado intensivo, o que é intensivo é o regime em que os créditos podem ser cursados (podem ser cursados). No que se refere a UBA, também, muitos poucos Doutorandos concluem o programa, em razão das exigências. É bem verdade que há oportunidade para todos, não apenas na graduação, todos podem estudar na UBA, a universidade é aberta. O que pouca gente sabe, é que o Doutorado pode ser realizado em até noves anos (prazo regular), quatro anos para conclusão dos créditos necessários, inicialmente, requisito parcial para ingresso no Doutorado, e mais cinco anos para doutoramento efetivo.Se você opta por estudar na UBA a conclusão do regime intensivo pode significar uma oportunidade de doutoramento, desde que haja aprovação em todas as disciplinas, comprovação de conhecimento em espanhol e aprovação do projeto de pesquisa com qualificação. Não há exame em outros idiomas, além do espanhol, entretanto, ninguém se qualifica, para tese em direito penal, sem conhecer alemão e italiano; ninguém se qualifica para civil sem conhecer alemão, italiano e francês. Há a exigência em muitos casos de leitura em textos originais e esta exigência é avaliada como condição de aprovação do projeto. Ninguém se qualifica, na UBA, para desenvolvimento de tese em filosofia antiga sem conhecer grego. Nada garante revalidação do diploma de qualquer Universidade estrangeira (graças a Deus). Os profissionais ruins devem ser afastado de qualquer mercado. Entretanto estudar no exterior é mais que título. É experiência de vida. A experiência por si só é algo importante. Por mais que não se reconheça no Brasil um título estrangeiro, há algum valor. Este valor pode abrir portas no mercado internacional.

Anônimo disse...

Nem em sonho irei cair nessa!Está cheio de ofertas de cursos com essas facilidades promovidos por instituições brasileiras que se comprometem com a seleção de brasileiros para os cursos de Doutorado nas melhores universidades do mercosul e oferecem até descontos para quem indicar parentes ou amigos - tais instituições sequer revelam os endereços. Sempre tive desconfiança.

Anônimo disse...

A CONEAU, órgão encarregao de fiscalizar a "qualidade" dos cursos de posgraduação na Argentina, "desacreditou" ou seja, não aceitos como sendo idôneos dois cursos da UMSA, curso que já matriculou cinco mil brasileiros, bacharéisem direito. É um mico apresentar em qualquer lugar um diploma deste, que custa aproximadamenteUS 15.000,00,isto mesmo quinze mil dólares, para ter um título de doutor e ser xingado pelo vice reitor de brasileiros vagabundos. (Consultem a página da IUNIB no Brasil. Triste! E o pior é que já vão sabendo que o curso não vale nada. Fiz um módulo e fugi, fiquei envergonhada da qualidade do curso. É o único doutorado que se faz sem leitura de livros, só tem apostilas.

Nelson disse...

Sou do paraguai e formado em direito o que fazer para convalidar meu diploma ou mesmo ministrar aulas no Brasil podem ajudar grato

Anônimo disse...

Na Forma como a CAPS interpretou é só dar aulas, pois você não é do Brasil, ai pode, só os brasileiros não podem dar aulas no Brasil. ha ha, ha, mas podem dar aulas nos outros três países. Ora com tanta corrupção no meio do governo, como vamos acreditar na CAPS, deixemos de ser tolos e vamos mesmos para a Justiça.

Unknown disse...

Pois é colegas. As opiniões são diversas como diversas as experiências que cada um de nós tem vivenciado e relação ao acesso as Pos´graduações 'Strito Sensu" no Brasil. No meu caso, eu sou argentina e há 12 que moro no Brasil, aqui me formei em psicologia, com muito sacrificio, em uma universidade particular. Fui aluna laureada do meu curso e de todas as turmas com media 9,70. Me apresentei a seleção de mestrado em psicologia e em saúde coletiva tirando a nota maxima nas provas escritas. Tudo isso para que? Para nada! Os professores das Federais já vem trabalhando com seus alunos desde a graduação e reservam as vagas e as bolsas para eles. Os que chegamos de outras IES somos gentilmente convidados a pensarmos melho no assunto (sic) participar das bases de pesquisa, matricularmos (e pagarmos caríssimo) nos cursos de especialização que eles oferecem...
Fica restrito entrar nesse 'pedacinho de céu' que está cheio de 'estrelas'.
Uma vez, uma professora da graduação me disse que é o proprio aluno quem faz a diferença na sua formação e depois da minha experiência devo concordar com ela. Pessoas sérias, responsáveis e comprometidas podem adquirir conhecimentos e competências seja em qualquer Universidade,no Brasil, no mercosur ou na Europa. É só elas ter oportunidades de acesso.
É público e notório que no Brasil o titulo de Doutor o Mestre conseguido em Universidades Federais não garante neu um pouco a excelencia da formação e muito menos da atuação.

Edilson disse...

Título de doutor o é qualquer parte do mundo, e em países como Portugal , inclusive, de indiscutível tradição, é possível fazer um doutorado como na Argentina, sem ter mestrado, até porque cada título tem seu cabimento. E só um tolo para não que o Brasil no tem interesse nenhum~e ver gente titulada,afinal há mesmo um reserva de mercado e os detentores da CAPES nao querem largar o osso. Mas nao tem como interpretar o Acordo de outra maneira a própria justiça tem reconhecido isso, só falta mesmo uma decisão do STF, também nao tão confiável, para dirimir estas querelas todas. Mas acordo são para serem cumpridos, do contrário vamos começar descumprir os tratados de direitos humanos também?

Anônimo disse...

Pessoal sou Graduado pela UFPE e mestre em Direito pela mesma UFPE, funcionário do TJ-PE e professor de uma universidade privada de Caruaru, sou realista, os curso de mestrado e doutorado no Brasil não ensinam nada e so servem para satisfação da vaidade pessoal, o curso de Direito da Federal em PE é uma porcaria so fiz la para dizer que passei em uma pública, Passados os anos perdi muito do medo de falar principalmente na internet onde niguem vai me censurar, admitoque nenhum colega da minha turma 2001, estar desempregado mas é porque eramos os melhores do estado não porcausa da facudade que nem prepara advogados nem prepara para concurso é uma escola de pavões, agora curso Doutorado na UBA não porque não seja capaz de concorrer em Recife ou em Salvador, não porque meu ingles esteja enferrujado, mas porque não tenho tempo nem saco para aguentar 4 anos de psudos-Doutores querendo me ensinar a ser como eles, ja passeio em diversos concursos publicos concorrendo com eles e também ja coloquei vários alunos meus na OAB e em vários concursos prefiro lhes ensinar DIREITO PURO, LEI e JURISPRUDENCIA, não ficar me pegando a conceitos abstratos e idiotas os quais nunca vão usar na defesa de seus clientes nem em marcação de x nos concursos da vida, sou realista sou UBA e vou ser doutor tanto quanto alquem da USP so que com mais cabelos e em menos tempo.

Anônimo disse...

...uns querendo vencer na vida e outros querendo atrapalhar de todas as formas...Por quê tem que ser assim? A vida é tão curta e não conheço ninguém que levou alguma coisa.Eu fico alegre com a vitória dos outros. Não desistam...Um abraço.Arley.

Anônimo disse...

É uma pena ver um Promotor de Justiça demonstrando tanto preconceito e até uma certa ironia no que se refere a Educação de outros países, quando na verdade o Brasil ainda não tem a sua educação resolvida, apresentando um alto índice de analfabetismo, inclusive com professores tanto da Educação Básica, quanto da Educação Superior que boa parte são verdadeiros analfabetos funcionais. Sou Professora Universitária e percebo esta situação entre colegas que não sabem muitas vezes interpretar um texto, limitando-se a ministrar aulas apenas com textos copiados na Internet ou de livros sem dar o trabalho sequer de padronizar o texto dentro das normas acadêmicas.Portanto, não levam os alunos a refletir. Eu penso que as Universidades Brasileiras já vendem o "gato por lebre", conforme a cita o renomado promotor ao se referir aos cursos fora do Brasil. Eu deixo a pergunta: - Será que pregar o elitismo do título de mestre ou doutor nas Universidades Brasileiras não já é uma forma de se vender "gato por lebre"? Deixo esta pergunta, porque até hoje, ainda não vi um aluno de mestrado ou doutorado de determinadas Universidades caminharem com suas próprias pernas, mas com as asas de "pavão" do mestre ou do doutor orientador.

Eduardo Garcia disse...

É lamentável ver como alguns se referem a outros sem ao menos saber o que se esta falando.
Vi citações de algumas Universidades Argentinas serem proferidas sem o menor conhecimento, inclusive pelo ranking da melhores Universidades da América Latina observa-se que elas estão na frente de muitas consideradas TOP no Brasil, por isso, seria importante destacar que fala-se muito0 do que não se conhece.
Entendo que para falar de essa ou aquela instituição, no mínimo teria que ter conhecido a mesma, seu corpo docente, sua linha de pesquisa, produção científica etc., e não proferir “achismos” em conhecimento criterioso de que estou avaliando.
No Brasil também não se reconhece o título de doutor, mestre ou qualquer outra de grandes instituições Européias ou Americanas e, nem por isso essas universidades deixam de ter seu prestígio internacional e reconhecimento no mundo acadêmico.
Observe que na lista das 20 melhores não se encontra uma UREJ, UNIRIO, Federal de Alagoas e outras.
Se você estuda no Brasil ou no Exterior, avalie você a sua instituição, veja como ela é qualificada no lugar onde está localizada etc.
Segue abaixo a lista das 20 melhores da América Latina e em seguida o link com as 250 melhores.



01- Universidade de São Paulo
02- Pontificia Universidad Católica de Chile
03- Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
04- Universidad de ChileChile
05- Universidad Nacional Autónoma de México;
06- Universidad de los Andesna Colômbia;
07- Tecnológico de Monterrey (ITESM)México;
08- Universidade Federal do Rio de JaneiroBrasil;
09- Universidad de Concepción Chile;
10- Universidad de Santiago de Chile (USACH) Chile;
11- Universidad de Buenos Aires Argentina;
12- Universidad Nacional de Colombia Colombia;
13- Universidade Federal de Minas Gerais Brazil;
14- Universidade Federal do Rio Grande Do Sul (UFRGS) Brazil;
15- Universidade Federal de São Paulo Brazil;
16- Instituto Politécnico Nacional (IPN) Mexico;
17- Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) Brazil;
18- Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro Brazil;
19- Instituto Tecnológico Autónomo de México (ITAM) Mexico;
20- Pontificia Universidad Católica Argentina Santa María de los Buenos Aires - UCA


http://www.topuniversities.com/university-rankings/latin-american-university-rankings/2012

Shen disse...

Muito bem intencionado, com ótimos propósitos. É lamentável,que as "fábricas de ilusões" já tenham alcançado cursos de doutorado, até há algum tempo era adstrito às faculdades particulares (fabriquetas de diplomas sem valor). É frequente e alarmante o número de pessoas com certificados de segundo grau, de faculdades (e agora doutorado) que pouco ou nada sabem. Deve-se procurar instituições públicas (algumas pouquíssimas privadas)de renome e credibilidade (USP, UNB, PUC, etc...). Parabéns Doutor Sarmento pelo importante artigo.

Anônimo disse...

O Autor do Artigo mencionou que é coordenador do mestrado em direito na UFAL e que o mesmo segue rigorosas regras e que é frequentemente fiscalizado pelo CAPES. Moro no Paraná e aqui são abertas anualmente inscrições para mestrado em universidades Federais e Estaduais, porém só entram quem os orientadores quiserem. Na verdade 80% das vagas já estão preenchidas antes mesmo da abertura do edital. A rigorosa fiscalização do CAPES não consegue detectar este tipo de problema ? O candidato reprovado num processo seletivo nem mesmo sabe o motivo da reprovação porque a instituição faz o processo como bem entende, e por mais que exista prova, aqui algumas é apenas uma redação, o que define se o candidato entra ou não é a entrevista e não existe divulgação de ranking nem você fica sabendo sua nota. Apenas que foi reprovado. Agora consulte os nome dos aprovados. Geralmente alunos da própria instituição ? Se os alunos da instituição já estão previamente selecionados para que abrir edital ? O CAPES com sua eficiente e rigorosa fiscalização não percebe o que esta acontecendo debaixo do seu nariz ?

Outra coisa. Não sabia que éramos, na América Latina referencia no campo da educação ou o modelo a ser seguido pelos outros países !

Unknown disse...

Realmente é vergonhoso o elitismo do CAPES, tudo é feito para manter e possibilitar, aos alunos protegidos, o acesso ao mestrado e doutorado, em detrimento dos que não têm QI.

Hoje estou perto de concluir meu mestrado, mas me lembro de um fato ocorrido anos atrás, em que no processo seletivo dos candidatos ao mestrado, os próprios professores eram orientadores de muitos dos projetos que tiraram notas acimas das demais.

Pura desonestidade e manutenção de poder.

Que nos unamos para reverter essa vergonha e lutemos por uma educação em que todos tenham o amplo acesso.



Unknown disse...


Realmente é vergonhoso o elitismo do CAPES, tendo em vista que tudo é feito para facilitar aos alunos protegidos, o ingresso ao mestrado e doutorado, em detrimento dos que não têm QI.

Hoje estou perto de concluir meu mestrado, mas me lembro de um fato ocorrido anos atrás, em que fui reprovado numa entrevista, depois de sabatinado por mais de 30 minutos, quando alguns candidatos conhecidos, não passaram de dois minutos e sequer eram submetidos à verdadeira entrevista.

Outro fato é que processo seletivo mencionado acima, referente aos candidatos do mestrado, os próprios professores eram orientadores de muitos dos projetos que tiraram notas acima das demais. O que foi uma brutal concorrência desleal e covarde.

Pura desonestidade e manutenção de poder dessas pessoas, triste dizer, sem generalizar: mestres, doutores, e de muitos subservientes mestrandos e doutorandos, os quais além da desonestidade, têm verdadeiro pavor em tornar mais popular e democrático o acesso ao saber.

Que nos unamos para reverter esse quadro vergonhoso e lutemos por uma educação, em que todos possam ter o mais amplo acesso: ao mestrado e doutorado em nosso país.

Anônimo disse...

Discussão sem sentido. O custo de um curso na Argentina, de doutorado, é pouco maior, que o custo de curso de oratória. Bem inferior que curso preparatório para concurso no Brasil. Há a oportunidade de estudar em uma das melhores universidades do mundo como a UBA, e querem dizer que não vale a pena. Quem pode dizer que não vale a pena? A revalidação do título é impessoal e leva em consideração critérios objetivos.. O propósito da discussão é afirmar que apenas Harvard é ambiente adequando. Pelo que me consta pós-graduação é pesquisa que só tem utilidade se contribuir para o conhecimento científico. pode haver avaliação em qualquer lugar, a qualidade está na contribuição para humanidade. A qualidade da pesquisa está na relevância. Se o título é de Coimbra, de Frankfurt, de Paris 8. Se é da universidade de Chicago, de Yale, o problema permanece. Nada garante a revalidação. O custo do curso na argentina compensa o investimento. E oportunidade de conhecer a legislação de outro país. Oportunidade de conhecer outra experiência. O que é bom afinal? A contribuição científica do Brasil, que nem recebe aluno estrangeiro. 90% das citaçõe em teses são de traduções para português no Brasil.

Anônimo disse...

Gostaria de fazer uma só pergunta ao nobre professor da UFAL: A reserva de mercado do Brasil é algo assim incontestável. Passar num programa de pós-graduação (Mestrado/Doutorado) nas universidades brasileiras, principalmente nas Federais não é algo tão fácil - é preciso ter "amizades" com os professores dos programas senão não consegue. Os países do Mercosul perceberam essa reserva de mercado do Brasil e implementaram esses programas que entre os demais países não há nenhum dúvida da validade dos diplomas.
Se não são validados os diplomas de mestrados e doutorados cursados no âmbito do Mercosul automaticamente é porque se tem ideia de que esses países possuem inferioridades diante do Brasil, o que não é verdade.

Eu sou um desses alunos que faço doutorado na UBA. Gostaria de perguntar, porque existem tantos brasileiros juízes, promotores, desembargadores, advogados, professores no programa na UBA? Porque tantos professores brasileiros renomados, como Paulo Bonavides, Fávia Piovesan, Pauso Cesar Busato, Wilson Alves de Souza, entre outros ministram aulas no programa?

Será que o que você postou e os que são contras não está inferiorizando esses brasileiros?

Você falou que é preciso possuir ter mais de uma língua para fazer o doutorado. A pergunta é será que o doutor brasileiro sabe falar a língua estrangeira que foi objeto de avaliação para escolha no programa que ele fez? Todos nós sabemos, que o exame de proficiência é algo superficial pelas universidades para ingresso no programa.

Penso que é preciso diminuir com tanta discriminação que se faz com os brasileiros que cursam mestrado/doutorado no Mercosul. Tem tanto doutor de universidades brasileiras que conheço que só tem o título e nada mais!!!

É hora de refletir o caso!!!

Anônimo disse...

Fui aluna de mestres e doutores com títulos emitido no Brasil e pude constatar que no Brasil os mestres e doutores fazem parte de uma feira de variedades, onde desfilam suas honrarias, esquecendo de retribuir à sociedade o conhecimento que lhes foi dado, se é que lhes foi dado. A bem da verdade, a dificuldade fica restrita à seleção. Após o ingresso, todos nós que fomos de universidade pública sabemos que é vez da bonança. É a peneira invertida. Seleciona-se quem entra, mas não quem sai. A despeito de ser uma utopia essa "qualidade" dos nossos mestres e doutores, é perpetuada a idéia errônea de que a educação deve ficar nas mãos de poucos. Em um país de analfabetos ainda procura-se dificultar o acesso ao conhecimento. Aliás, o conhecimento está tão disponível atualmente que não é mais preciso recorrer a um doutor para adquiri-lo nem é necessário se esconder atrás de um título para se sentir superior aos demais. É triste ver declarações preconceituosas e desprovidas de fundamento técnico de um pseudoDOUTOR, o que prova o despreparo dos nossos doutorados e mestrados. Não conheço a realidade da Argentina, mas a do Brasil não é muito diferente do quadro delineado pelos colegas. Acordem Doutores! Vocês querem enganar quem com este discusso?

Anônimo disse...

Quem tem dinheiro, não quer que os outros tenham, quem tem poder, não quer que os outros tenham, quem tem conhecimento, não quer que os outros tenham. Que pensamento mais mesquinho!!!! O universo é abundante. Doutores, não tenham medo! Vocês podem ter conhecimento e o que mais que quiserem, seja poder, seja dinheiro, e outras pessoas também podem, sem que para isso lhe seja retirada qualquer coisa. Cada um tem seu lugar ao sol. Não vai acabar. Fiquem tranquilos....

Anônimo disse...

Quando procurei a UBA já tinha lido muita coisa negativa, até resgistrada neste blog. Sempre vi a minha vida nos meus estudos. Sempre procurei melhorar, sempre procurei publicar artigis e ampliar minha capacidade intelectual. Diante de tantos comentários negativos formei uma ideia não tão positiva. Depois de dois anos, sem contudo entrar no doutorado, a UBA é parte da minha vida. Entrego com alegria parte da minha dedicação e do que sou hoja. Não me lembro bem onde me formei, consta no meu lattes. Meu mestrado também está no passado. Estudei em universidade pública, privada. No Brasil pasei pelo que há de melhor e pior. Procuro ler cem páginas por dia. Procuro ter boa produção acadêmica e melhorar em novas habilidades, na leitura dos idiomas mais importantes. Procuro a perfeição. Posso até ingressar em um programa de doutorado no Brasil, seja lá o que for, meu coração está na Argentina e na Universidade de Buenos Aires, o resto é resto. Me discriminam na academia. Me ofendem com opiniões absurdas. Sabemos que Brasil é a terra da aparência. É bom para algumas pessoas destruir a vida de outras. Cada um faz o que é melhor para si.

Anônimo disse...

Fui admitida no Doutoramento em Educação pela Universidade Aberta de Portugal, de ensino à distancia. Alguém sabe se é séria?

Anônimo disse...

A FGV RIO - uma das mais respeitadas instituições do mundo - oferece Mestrado em Administração Pública, Regime Especial (aulões concentrados tres vezes por ano). Isso a transforma em uma instituição ruim??? C

Anônimo disse...

Amigos, estou matriculada na UNTREF- Buenos Aires, mestrado em Direito do Trabalho e Relações Internacionais. Início em julho de 2014. Segundo o IESLA- a UNTREF é reconhecida pela CONEAU ( o CAPES deles), e que se reconhecida no pais de origem, também deverá ser revalidada aqui no Brasil.
Alguém sabe sobre esta instituição- Universidad Tres de Febrero- UNTREF?

doutorados disse...

obrigado por esta publicação!!

doutoramento disse...

Muy buenoooo!!!!!!

Anônimo disse...

PROFESSORA ALAGOANA - MACEIÓ - É lamentável ver um conterrâneo com tamanho preconceito com a formação stricto sensu feita no exterior, mas precisamente nos países do MERCOSUL.Concordo com a seleção elitista e subjetiva que é feita aqui no Brasil. Sou Professora Universitária, tenho Mestrado e agora decidi fazer meu Doutorado no Exterior. Como alguém já falou aí, com validação ou sem, VALE A PENA A EXPERIÊNCIA, conhecer outras culturas, nova formas de Gestão da Educação, quer seja BÁSICA, QUER SEJA SUPERIOR, pois notadamente é bem melhor do que a brasileira, que o digam os exames internacionais. Afinal, o Brasil supera quem mesmo na Ranking Mundial???kkkkkkkk Piada é isso e não fazer um Mestrado ou Doutorado fora daqui. Chega a ser ridícula a reação desses "doutores" (detentores de todo o maior conhecimento - assim eles se classificam), diante da afirmativa de ingresso num Curso desses que estamos discutindo aqui. Vamos aos estudos!!!! Depois veremos!!!! Tenho certeza de que lograremos êxito. Avante brasileiros/as!!!!

Mestrado Educação disse...

obrigado por esta publicação!!

Waldemar Canalli disse...

A Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF) é uma instituição pública. Boa parte do corpo docente pertence a UBA. É comum os professores jubilados (aposentados) desta continuar a trabalhar naquela. Não é muito fácil concluir o curso nesta instituição, assim como na UBA. Tenha disposição para o trabalho e boa sorte.

Alexandre Azevedo disse...

Meus amigos, penso em fazer sim, meu doutorado em Portugal, independente de validação ou n, o que o Brasil acha, para mim, nada importa.
No Brasil tudo é mais burocrático e para fazer doutorado ou mestrado, tem que ser a maior sorte do mundo, n adianta vc só estudar, precisa tá "colado" no professor, parar de trabalhar, e outras coisas, que só quem sabe é quem passa ou passou por isso.
O ensino na Europa é tão bom, ou, até melhores que no Brasil.
Estaria preocupações convalidar o título no Brasil, se este se preocupasse com a educação, coisa que tálonge de existir.
Sei da minha competência e vontade de crescer e ter mais conhecimento, então, pretendo sim, fazer doutorado em Portugal, e no programa, as aulas são em julho de todos os anos e o reto do ano, volto para o Brasil e faço minha pesquisa.
Se para vcs no Brasil n será válido meu título, só lamento, para mim e paratodos os países da UE é válido.

Um abraço, grandes estudos, e trabalhem!

Anônimo disse...

Não há segurança em doutorado fora do Brasil. Nada garante a revalidação de um título de alguma universidade estrangeira, salvo se procedente de um selo considerado irrefutável, algo como Yale. E pelo comentário de pessoas que trabalham em instituições responsáveis pela revalidação, aparentemente não há critérios objetivos, ou seja, preocupam-se com o controle de procedência. Entretanto, Yale não é a maravilha da maravilha, por ser Yale, ótima estrutura, qualidade fantástica do ponto de vista profissional, mas organizados por pessoas e as pessoas são simples por natureza (ainda que se considerem superiores). USP longe de ser perfeição, longe de ter a melhor oportunidade de formação profissional e longe de ter a grande qualidade do ensino mundial. Não questiono a qualidade da USP. Mas francamente: a pessoa pode se torna doutor, as vezes em menos de um ano (um absurdo para a quantidade de pesquisa que se exige). Na USP, não se exige pesquisa empírica. Como conceber um doutorado sem a exigência de dados concretos? Não faz sentido. Perde qualquer razão de ser. E o mais grave: a avaliação em nível de doutorado não é mensurável por nota, há apenas aprovação. Apesar de algumas questões relevantes, é uma importante Universidade no mundo. Um título da UBA no Brasil hoje é algo discriminado, sem valor, mas na América Latina é o título com maior prestígio. Há consenso na América Latina sobre a excelência da UBA. Grande parte do que é publicado provoca engano: ninguém vai a Argentina por ingenuidade, sem verificar minimamente, sem se informar sobre as possibilidades de revalidação. Questionar a possibilidade de revalidação é algo justo, indiscutível. Entretanto, importante que se diga: o custo na Universidade de Buenos Aires é simbólico, pelo que é oferecido. Aqui digo, 350 dólares, em média, para cada disciplina com 20 horas de aula, com alguns dos melhores professores do mundo, e posterior possibilidade de aproveitamento de crédito. O propósito não se restringe ao Doutorado, afinal, há um título de pós-graduação. Doutorado lá é algo muito restrito. A grande maioria das pessoas que foram (grande maioria mesmo 90%) perdeu todo investimento, pois: não houve conclusão de disciplinas; não elaborou um projeto para ingresso no doutorado dentro do prazo de 4 anos; ou desistência. As mensagens neste blog começaram em 2009, quando o programa surgiu, e das pessoas que ingressaram no programa até hoje nenhum um doutor, e um número insignificante de doutorandos. A UBA, bom ou mal, é um caminho. E o prestígio do título não é diferente de nenhum título das melhores universidades na Espanha, por exemplo. De maneira geral, há muita discriminação na Europa e nos Estados Unidos, quanto a todo e qualquer trabalho externo, e o propósito da UBA é valorizar a produção da América latina.

Anônimo disse...

Apenas retificando a última mensagem: em primeiro lugar, no que se refere a USP, "menos de 1 ano", digo, após conclusão das disciplinas, especificamente, período de elaboração da tese. Na verdade toda tese de doutorado finalizada em aproximadamente 2 anos, com cumprimento de todos os créditos deveria ser colocada em dúvida. Como classificar um trabalho de pesquisa, com aproximadamente 200 páginas, menos de 200 referências bibliográficas, sem pesquisa empírica? Se há pesquisa empírica, tudo bem, pode haver número insignificante de referência. Por outro lado, há trabalhos com 500 paginas e 90 só de referência bibliográfica. Tantos pesos para a mesma medida. Basta verificar os critérios para uma tese de doutorado na Inglaterra e em Portugal, por exemplo. Antes de definir pelo selo de origem, seria razoável estabelecer diretrizes para o que seja tese de doutorado; em segundo lugar, especificamente quando falo do título da UBA "sem valor", entenda-se, sem o valor devido, real, internamente, especialmente as pessoas mais experientes conhecem o prestígio do título da UBA, e não pode ser questionado - como não é - em nenhuma instituição no Brasil. Entretanto, há muitos comentários injustos, alguns indicados como trabalhos científicos. Algo evidentemente injusto. Na Argentina é o grande título, com mais prestígio que qualquer outro. Meu objetivo não foi questionar nenhuma instituição, mas apenas uma publicidade ruim: achar que selo de procedência garanta qualidade de alguma coisa (não existe); discriminar o que não tem o selo de procedência, como se fosse algo insignificante. Doutorado na UBA é doutorado na UBA, e por si só tem o selo de origem, em qualquer instituição no mundo (neste ponto meu comentário anterior foi injusto). O que precisa se reafirmar é: Um doutorado é um doutorado. Se na revalidação há carência em alguns aspectos, a própria instituição deveria proporcionar mecanismos para que os critérios sejam definidos. Todo título de pós-graduação, em especial toda experiência deve ser valorizada. O Brasil, extremamente carente em recursos humanos, deve valorizar toda formação profissional. Divulgar o contrário é ignorância.

Unknown disse...

Senhores(as),

De 2009 a 2015, ja se passou tempo suficiente para varios colegas finalizarem seu mestrado ou doutorado na Argentina ou Paraguay. Alguem de fato ja revalidou seu diploma? - Gostaria de entrar em contato com colegas que ja revalidaram seus diplomas pois tenho certeza que existem cursos serios no Mercosul aos Borbotoes, mas gostaria de saber o final da historia de alguns!
Abracos

Caio F Stettiner

Anônimo disse...

Não sei que facilidade ou caráter intensivo é esse relacionado a UBA. Entrei em 2011 e em 2015 estou, apesar de ser um dos 5% (em torno) dos alunos que passaram para a condição de doutorando, ainda diante de um longo caminho.

Anônimo disse...

Colocar Universidade Nacional de Buenos Aires, Universidade de Rosário que são federais como charlatãs e um despropósito do colega dono do blog, fiquei estarrecido como brasileiro coloca tudo na vala comum.

Waldemar Menezes Canalli disse...

A UBA tem alguns NOBELs. As nossas" respeitadíssimas" universidades tem quantos mesmo? Vamos lá:
Carlos Saavedra, professor da escola de direito - Nobel da Paz - 1936.
Bernardo Houssay, professor da Faculdade de Medicina - Nobel de fisiologia - 1947
Luis Federico Leloir, professor da Faculdade de Medicina - Nobel de quimica - 1970.
Adolfo Pérez Esquivel, ex-aluno da Universidade de Buenos Aires - Nobel da Paz - 1980.
César Milstein, ex-professor da Faculdade de Medicina - Nobel e medicina - 1984.

Anônimo disse...

Interessante os comentários aqui apresentados, mais interessante ainda a forma de ver os conceitos das Instituições Argentinas e Uruguaias, considerando o tempo, percebe-se que em 2009 tinha-se um conceito referente as Universidades e hoje, apesar de ainda não recomendar, os motivos da não recomendação e o conceito das instituições já mudou drasticamente, continuando assim, em breve já a recomendará.
Em que pese alguns conceitos que as instituições possuem, (títulos e condecorações) por exemplo, além é claro da qualidade do conteúdo apresentado, o fator reconhecimento dos diplomas no Brasil, realmente deve ser considerado, assim como o custo desse reconhecimento. Por outro lado, deve também ser considerado o interesse desse reconhecimento, pois, certamente não são poucos que pretendem concluir essa meta, independente de obter ou não a citada convalidação do curso no Brasil.
Outro fator interessante é o funil de aprovação citado por alguns colegas que comentaram, se transferirmos essa realidade para nosso país, creio que a realidade não será muito diferente, pois basta observarmos quantos alunos começaram a graduação e quantos terminaram. No meu caso específico, éramos 111 matriculados no curso de Direito, formaram 17, percebe-se que o índice de desistência está muito próximo dos cursos de Mestrados e Doutorados propostos na Argentina e No Uruguai, portanto isso não me causa nenhuma estranheza.
Ademais, concluir um curso de pós graduação fora do Brasil, me parece ser muito interessante, mesmo que conforme dito por um colega, eles não tem bons conceitos no Brasil, me parece que esse juízo do curso é feito com maior peso por quem é formado aqui no Brasil e não quer admitir outras formas mais democráticas e dinâmicas de ensino.
No que tange as fontes esgotadas de pesquisas para confecção do TCC, (Tese), isso me parece muito relativo, já vi trabalhos de conclusão de curso com 10 referências e que receberam notas excelentes e outros com mais de 50 que não se apresentaram tão bem assim, isso é claro, no curso de graduação e especialização.
Confesso que estou muito inclinado a me ingressar em um curso de doutorado na Argentina, já estou ciente de que não é muito difícil para entrar, mas que não é muito fácil sair formado, dadas as exigências para formação, o que não me assusta, pois sair de onde eu saí e onde hoje estou, também não foi fácil e eu consegui.
Vamos continuar debatendo e colocando prós e contras, certamente, extraindo alguns comentários exacerbados, essa discussão serve para enriquecer e sanar dúvidas que sempre temos...

Abraço a todos...

Paola Peixoto disse...

Acho que determinadas Universidades devem jogar limpo. Se para ingressar no curso de mestrado , o interessado já deve estar incluído no grupo de pesquisa com o aluno ouvinte e ter conchavo com um professorzinho desses (doutor, geralmente), que não abra inscrições a todos. Democracia demagógica! Tanta exigência e já vi muito doutor que tem inglês, francês e espanhol no currículo e na hora de se expressar arranha no português.Então, essa de título não quer dizer nada! Não adianta ter título se as práticas desonestas predominam. É por isso que o Brasil está afunando cada vez mais na corrupção, pois os mesmos que levantam o canudo de doutor estão querendo "ensinar" a um pobre coitado o que é ser professor ou "pesquisador", e este lidando com crianças e ensinando-lhes suas mazelas inconscientemente, preconceito, consumismo, submissão diante dos "fortes e sujos", jeitinho brasileiro, entre outros. Esta educação que está vigorando no Brasil, camuflada nos livros e cartilhas escritos por um renomado portador de titulação, é a maior disseminadora de preconceito que existe. Seu escritor não é exemplo! Este mesmo doutor é aquele que te recepciona na entrevista de mestrado com toda a sua soberba e mediocridade que nem todo o letramento do mundo dá jeito Isso é o modelo de Educação?! Ah, tá! Ele não está preparado para o mercado de trabalho. Pobre é que tem que se preparar para o mercado de trabalho e aprender a dar boa tarde em suas abordagens. Quanto mais burro melhor! Acordar de madrugada, pegar trem lotado, se lascar virando massa ou limpando vaso sanitário e retornar para casa bem cansado e dormir é a melhor opção porque se tiver que conseguir um canudo terá que se render ao sujo sistema. Então, é melhor que no final de semana uma cervejinha e o futebol resolvam. Dou os parabéns ao senhor doutor pelo fato dos alunos da Educação Básica brasileira não aprenderem sequer a ler silabadamente. Até parece que o modelo de educação brasileira é exemplo. E não me refiro somente à educação básica. Quando ouço que Universidade X, Y ou Z é referência nisso ou naquilo, só consigo acreditar que não passa de "fama" e "sucesso": marketing patrocinado com o dinheiro proveniente dos exorbitantes impostos que pago. O problema não está com o governo, o problema está nas pessoas, e nas que estão nas instituições de ensino. Não há vaga para todos!

Roberto Júnior disse...

Para ser aprovado em um programa de mestrado aqui no Brasil é uma verdadeira "via crúcis". Não basta estar classificado entre os 20 primeiros, ter um currículo excelente e ter alcançado uma excelente nota no teste ANPAD!!! A verdadeira barreira está na entrevista! É lá que a "jiripoca vai piar". Tem que cair nas graças dos entrevistadores ou já ser amigo deles! É a máfia das máfias!

Mestrado no paraguai disse...

thanks for the information

José Ribeiro disse...

Olá amigos. Interessante os comentários aqui postados, acidentalmente eu começei a lê e refleti. Confesso que aguçou minha curiosidade em saber o resultado dos que estavam cursando mestrado e doutorado. Comentário feito anteriormente por alguém (2009 - 2015), que queria saber se algum destes candidatos conseguiu validar seu diploma aqui no Brasil. Só lamento que nenhuma resposta fora postada até o presente momento. Gostaria de saber o desfecho das histórias. Eu acredito em Deus e rezo para que todos os guerreiros que ousaram buscar o título que almejava lá fora, pudesse contribuir, relatando como está o andamento do processo de validação. Desde já agradeço
Abraço.

José Ribeiro disse...

Olá amigos. Interessante os comentários aqui postados, acidentalmente eu começei a lê e refleti. Confesso que aguçou minha curiosidade em saber o resultado dos que estavam cursando mestrado e doutorado. Comentário feito anteriormente por alguém (2009 - 2015), que queria saber se algum destes candidatos conseguiu validar seu diploma aqui no Brasil. Só lamento que nenhuma resposta fora postada até o presente momento. Gostaria de saber o desfecho das histórias. Eu acredito em Deus e rezo para que todos os guerreiros que ousaram buscar o título que almejava lá fora, pudesse contribuir, relatando como está o andamento do processo de validação. Desde já agradeço
Abraço.

Roberto Júnior disse...

José Ribeiro, veja esta notícia que encontrei na net, dê maior atenção ao último parágrafo do texto: http://blog.opovo.com.br/direitoeinformacao/doutorado-na-argentina-tem-diploma-reconhecido/

Thays Vilela disse...

Olá gostaria de saber se alguém indica a IUNIB para doutorado em direito?

Desde já agradeço.

Anônimo disse...

Olá pessoal,

Este debate está excelente, pois, é raro de se encontrar opiniões sobre o assunto. Apenas vejo empresas vendendo o sonho do Mestrado/Doutorado X Profissionais com visão pré concebida sem embasamento para criticar.

Nós interessados ficamos meio perdidos. Por isso, se alguém pudesse contar a experiência vivida in loco seria muito bom para ajudar pessoas a tomar a melhor decisão sem perder tempo e dinheiro.

Muito obrigado.

Figueiredo júnior disse...

Ser doutor no Brasil é pertencer no minimo a uma casta de pessoas privilegiadas e não necessariamente competentes! O ensino no Brasil padrão MEC é piada. As universidades públicas são um antro de maconheiros, drogados, putas e vagabundos, sustentados pela classe operária e economicamente ativa. Tenho vergonha deste país onde na maioria dos casos, analfabetos funcionais são chamados de doutores!!!

Basta pegar os índices internacionais de educação para averiguar onde estão as renomadas Unilixos públicas brasileiras!

Não é raro vermos mestres e doutores cometendo erros de concordância verbal e nominal, gerúndio e por ai vai... Matemática então é tabu, pois a imensa maioria da classe universitária deveria voltar a fazer o que no passado era chamado de Mobral, está é a realidade, e é exatamente por isso que somos tidos como macacos pelos principais países da America Latina.

Não vou nem comentar sobre cotas raciais para não provocar fortes dores estomacais. Daqui a pouco vai ter cota viado, cota puta, cota drogado, cota trans, e assim caminha a mediocridade de um país que acredita que o PT defende o povo e que o FHC é de direita.

Anônimo disse...

Gostaria de deixar meu comentário aqui...pois esta discussão está ótima e pertinente. Fiz meu mestrado na Lusofona em Portugal e foi revalidado pela UFRJ depois de 11 meses que dei entrada. Faço doutorado na mesma instituição em Portugal. Eu nem tentei no Brasil porque sei que não teria sucesso. As oportunidades aqui são para os babões dos professores das federais, e acreditem: sai mais barato fazer doutorado em Portugal do que mestrado em uma universidade privada no Brasil. Para quem tem esse sonho e as portas são fechadas no Brasil... Portugal, Argentina, Paraguai nos abraçam com cursos ótimos. Uma amiga minha fez mestrado nos EUA e revalidou na UFPA... E outra amiga minha revalidou na Unicamp. Em fim....vale a pena! Só é fazer uma excelente pesquisa. A minha foi revalidada.... A sua também será!

Azenath Silva disse...

Parabéns!

Clebe disse...

Boa tarde!

Fiz um Mestrado fora na revalidação no Brasil demorou 3 meses, basta você ter uma assessora e pagar uns cinco salários que muitas Federais aceita, logico a documentação estando certa e você ter estudado todo curso presencial.
Pode ir sem medo.